A Conspiração americana – Os ataques de 11 de Setembro- e a morte de Osama Bin Laden.

Há dez anos, os Estados Unidos da América sofreu com um dos maiores atentados da história, foram atacados no país, as torres gêmeas do World Trade Center e o Departamento de Defesa Americana, conhecido como Pentágono. O desastre poderia ter sido ainda pior, um avião tomado pelos terroristas, que atingiria a Casa Branca foi desviado e caiu na Pensilvânia, evitando a destruição da maior representação americana. Todos os ataques resultaram na morte de 2.977 vítimas e 19 seqüestradores.

A partir daí, é que surge a questão: quem foi o comandante dos atentados, e qual a intenção de tal crueldade? Os americanos mantêm a tese de que os terroristas identificados estavam a comando de Osama Bin Laden e de outros muçulmanos para mostrar a superioridade de seus países em relação aos Estados Unidos. Mas alguns críticos, intelectuais, artistas e próprios americanos, acreditam que tudo foi um plano do próprio governo americano para causar uma reação à política externa do país em relação aos países árabes e muçulmanos. Ou ainda, acreditam que o atentado foi uma ação pessoal de George W. Bush, que é maçom.

As coincidências para todas as teorias são de fato surpreendente. Ao vermos o desabamento das torres gêmeas, observamos algo durante as explosões, que faz parecer que havia explosivos dentro dos prédios, e que os americanos já sabiam da tragédia. Mas também, se repararmos todas as ações que os americanos tomaram na hora, parece que os Árabes planejaram tudo com antecedência.

O deputado republicano Ron Paul deu sua opinião à CNN: “O argumento de que fomos atacados por causa da nossa liberdade e prosperidade é falso”, e completou: “Se fosse assim, Al Caeda atacaria a Suécia, a Suíça e outros países. Eles nos atacam por causa da presença militar dos EUA na Arábia Saudita e outros países do Oriente Médio, tanto que retiramos nossas tropas da Arábia Saudita”. Noam Chomsky, o intelectual mais respeitado e crítico da política exterior norte-americano, também declarou: “as sondagens mostram que pelo menos um terço dos americanos que responderam a pesquisa, acredita que o governo de Estados Unidos e/ou Israel estiveram por trás dos 11 de Setembro”. Essas são duas opiniões de extremidades, que podem sim, serem concretizadas com fatos .

Mas, o que ainda se liga ao assunto, e que causa muitas polemicas desde maio deste ano, é a morte de Osama Bin Laden, acusado pelos atentados de 11 de setembro. Ele foi encontrado na Palestina, e morto pelo Exército Americano. O problema é que isto também causa diversos pensamentos contrários, pois quem provou firmemente a morte de Bin Laden? Onde estão as provas? Por que não foi tão divulgada sua morte e tão provada quanto à de Sadan Russen? A opinião de um internauta foi registrada: “Não soa um tanto quanto estranho a morte dele ser orquestrada em um período precioso ao promissor presidente Barack Obama – que por acaso estava buscando um pouco mais de popularidade, a fim de garantir sua reeleição – e no marco de dez anos do atentado que chocou não só os EUA, mas o mundo inteiro? Além de que o cara nunca mais nos agraciou com seus vídeos anunciando seus ataques durante um bom tempo”. Não vemos as provas da morte tão claras.

Alguns especialistas trabalham com duas outras hipóteses contrarias ao acontecimento sobre a morte de Osama anunciado. A primeira é a que trata como se Osama estivesse sim, morto, mas que sua morte não ocorreu em maio, mas sim há anos. A segunda diz que Bin Laden não está morto, foi apenas uma ação de Obama, com esquemas fechados, para possibilitar sua reeleição.

Apesar de várias outras questões entrarem em conjunto com as destacadas, os EUA conseguiu superar o 11 de setembro. Hoje, existe um memorial às vítimas onde ficavam as torres gêmeas, e o World Trade Center está sendo reconstituído com as duas torres que estão em construção em um lugar um pouco distante do antigo. A morte de Osama mantêm-se na mesma forma americana que foi contada, causando medo de novos atentados por vingança.

Vânia S. Faleira

São Paulo, Brasil.

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