A natureza dos pensamentos como entidades autônômas

Ao analisar a natureza dos pensamentos com profundidade, verificamos que os conceitos comuns não definem a realidade da sua essência. Eles são criados pela faculdade de pensar e adquirem vida própria na mente do ser humano. São construtivos quando subordinados às diretrizes da inteligência e da razão; caso contrário, induzem o homem a cometer faltas, apesar do firme propósito de evitá-las.

Somente com a ajuda dos conhecimentos logosóficos, pude ampliar o seu conceito e perceber a sua influência  sobre a minha vontade. Observando as minhas atuações e atitudes tanto para o bem quanto para o mal, pude verificar que eram consequências de suas interferências. Levavam-me, muitas vezes, a fazer o que não queria e impediam-me de fazer o que me propunha.

Antes de tomar contato com os ensinamentos logosóficos, estava completamente alheio a tudo que existia além dos meus sentidos. Não imaginava que pudesse haver algo superior às “verdades” que acreditava conceber.

O fato de estar voltado para fora de mim mesmo, em contato apenas com as coisas corriqueiras da vida comum, impedia-me de elevar a minha vida para um plano superior.

Senti, então, a necessidade de inverter a direção que estava seguindo. Em vez de me projetar somente para fora, comecei, também, a voltar para dentro de mim. Foi exatamente essa inversão de rota que me fez valorizar os aspectos internos relacionados com as partes mental, moral e espiritual, o que está me possibilitando edificar uma nova vida e encaminhá-la para um destino superior.

Lacemar

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