Educação Infantil: Aprender brincando.

EDUCAÇÃO INFANTIL:  APRENDER BRINCANDO

Cláudia Regina Aquino Soares

RESUMO

A Educação Infantil, primeira etapa da  aprendizagem da criança é constituída levando-se em consideração as diversas fases do desenvolvimento: os conhecimentos prévios adquiridos em seu ambiente sociocultural, seus costumes e valores, suas hipóteses e curiosidades, questionamentos e forma de entender e explicar as coisas. O processo de desenvolvimento humano está atrelado à aprendizagem e acontece em diversas instituições, não somente na escola. Dessa forma, a escola deverá constituir-se para a criança em um ambiente prazeroso onde ela possa brincar e aprender, visto que, o universo infantil é norteado por fantasias e brincadeiras. Partindo desse pressuposto, o presente estudo permitirá refletir sobre um aspecto muito importante da vida – a infância. Destaca-se a Educação Infantil no seu processo de formação, como o período mais adequado ao ensino e à orientação nos aspectos cognitivo, afetivo,  social e motor, enfatizando a brincadeira e os brinquedos como fundamentais nesse processo.

Palavras-chave: Educação Infantil, Brinquedos  e Brincadeira.

INTRODUÇÃO

Os brinquedos são elementos essenciais para o desenvolvimento e aprendizagem da criança. Desde bebê, a brincadeira constitui-se em uma atividade prazerosa e rica em aprendizados. Assim sendo, falar da infância é falar de um momento mágico, onde os sonhos tornam-se possíveis.

As atividades lúdicas permitem à criança enfrentar desafios  e problemas e as mesmas são fundamentais no contexto da Educação Infantil.  Segundo Piaget (1998), “a criança exploradora/pesquisadora constrói o seu conhecimento pela experiência, com ênfase na interação indivíduo-ambiente”.

As variações das brincadeiras permitirão uma amplitude de possibilidades e conhecimentos às crianças.

O brincar promove alegria e satisfação a todos os pequeninos em qualquer parte do mundo. Busca-se, então, com este estudo, refletir sobre a predominância do lúdico no contexto infantil e sua importância no processo de desenvolvimento e aprendizagem.

EDUCAÇÃO INFANTIL

No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LEI Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), reconhece a Educação Infantil como primeira etapa  da educação básica. Em seu artigo segundo, a LDB coloca que a educação infantil tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seu aspecto físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família  e da comunidade. O tempo da infância é de brincar e de aprender.

Entendendo a infância como uma etapa crucial  para o desenvolvimento em todos os seus aspectos, a LDB orienta que a educação infantil por ser um período essencial e marcante na vida da criança deve ser orientada por profissionais capazes de compreender  todas as nuances do desenvolvimento cognitivo, afetivo e biopsicossocial. Para isso, é primordial que a formação desse profissional seja a nível superior em Pedagogia.

A educação infantil precisa garantir às crianças o atendimento às suas necessidades de aprender e de brincar e, para que isto aconteça, é necessário que haja um planejamento e um acompanhamento contínuo de seu desenvolvimento nos diversos aspectos anteriormente citados.

A infância é um período marcante na vida de cada indivíduo e, sabendo que nela tudo segue uma trajetória e esta se desenvolve dentro do tempo estabelecido pelas leis naturais, observa-se nessa fase um aspecto muito importante – a brincadeira – constituindo-se em um eixo relevante para o desenvolvimento da criança. Então, não se pode falar de Educação Infantil sem abordar a ludicidade.

Para refletir sobre esse tema, faz-se necessário adentrar no universo infantil e perceber a visão de mundo que os pequeninos têm  quando se entregam as mesmas. Partindo desse pressuposto, acredita-se que a inclusão da criança muito cedo no ambiente escolar, necessita de uma variedade de ações  para atender a esse público conhecedor dessa arte dinâmica, que é o brincar.

Vygotsky (1989:109), coloca “que é muito grande a influência do brinquedo para o desenvolvimento da criança”.  Por isso, deve-se propiciar às crianças momentos lúdicos mesclados às atividades intelectuais.

Um aspecto que precisa ser trabalhado e bem desenvolvido nas  escolas é o trabalho em grupo. O trabalhar em grupo na fase escolar contribui para socializar e favorecer as boas relações. De acordo com Piaget (1998), “é de fundamental importância que as crianças relacionem-se umas com as outras e com jogos e brinquedos, para que, através desse interrelacionamento, elas construam o conhecimento”. Tal conhecimento, conforme Piaget (1998), “é adquirido pela criação das relações no momento que elas brincam”.

A criança brinca e  quando isso acontece, cria e inventa novas situações. Sabendo-se que o valor dos jogos e brincadeiras é imprescindível e que estimulam o desenvolvimento infantil, além de propiciar uma competição sadia, salienta-se que um jogo ao ser proposto deverá instigar e desafiar as crianças a superar obstáculos.  Levando-se  em consideração o estágio de desenvolvimento em que a criança se encontra, a escola proporcionará um contexto educacional significativo e prazeroso para elas.

BRINQUEDOS

O uso do brinquedo na vida da criança é tão crucial que Froebel (1989), inseriu-o como parte  do trabalho pedagógico. O brinquedo é para a criança algo indissociável.  Brinquedos e brincadeiras interligam-se numa dimensão sem barreiras. Educação Infantil sem brinquedo é como uma massa sem cimento. A criança sente mais prazer em desenvolver certas atividades quando tem contato com algum objeto que ela possa manusear e criar situações.

Atividades de matemática utilizando tampinhas de garrafas coloridas são muito mais prazerosas para as crianças do que simplesmente mostrar-lhes números. Com essas tampinhas, além de aprenderem as atividades propostas, elas criam outras situações ao classificá-las de acordo atributos como cor, tamanho, espessura, dentre outros. Bolinhas de sabão causam-lhes  deslumbramento quando observam-nas em diversos tamanhos e cores, subindo e estourando no ar.

“As situações lúdicas que os adultos criam enriquecem o entendimento da criança e o brincar, que é completamente dirigido por elas, pode dar insights valiosos, uma vez que a mesma já estabeleceu alguns entendimentos compartilhados com os adultos e usam o brincar para promover seus próprios objetivos”. (MOYLES et al., 2006)

Para Vygotsky (1989), “ brincadeira cria uma zona proximal para a criança porque suas ações  ultrapassarão o desenvolvimento já alcançado e proporcionarão a conquista de novos desafios”.  Segundo Weiss (1997), “através do brinquedo, a criança inicia sua integração social”.  Afirma ainda: “brincando, ela desenvolve seu lado emocional e afetivo, bem como algumas áreas do domínio cognitivo, como a capacidade de síntese e o jogo simbólico”.

O brinquedo facilita o desenvolvimento da aprendizagem, pois aguça a investigação da criança por descobrir coisas novas. Porém, a magia dos brinquedos perdeu-se em muitos lugares. (BARTHES: in WEISS. 1997, p 27), afirma que “ao encontrar brinquedos prontos, a criança não necessita desenvolver sua inteligência para criar objetos, uma vez que ela já os encontra concluídos”.  Weiss (1997), coloca que “as funções primordiais como a do brinquedo  estimular  as crianças, foram absorvidas pela indústria de brinquedos”.

O encanto do barquinho de papel, aviãozinho, cata-vento  e outros  brinquedos feitos de sucatas, perderam-se no decorrer do tempo.  Conforme Weiss (1997), “com a multiplicidade de brinquedos existentes, a criança fascina-se  e transforma-se em um pequeno consumidor, quase sempre passivo”. (BARTHES: in WEISS. 1997, p 27), pontua “que nesse universo de brinquedos prontos, a criança só assume o papel de proprietário e nunca de criador; e que a criança não inventa o mundo, apenas o utiliza”.

BRINCADEIRA

O lúdico é para a criança um dos momentos mais prazerosos. Tais momentos devem ser constantes na vida dos pequeninos e fazer parte também na dos adultos. Para as crianças, quando as brincadeiras alcançam-nas em seus diversos aspectos, garantem-lhes, aprendizagem e desenvolvimento, uma vez que estão em processo de formação.

Vygotsky (1987), aponta “o brincar como uma atividade humana criadora, e que  a imaginação e a fantasia interligam-se, gerando novas possibilidades, novas ações, novas formas de construir relações sociais com outras crianças e até mesmo, com adultos”.

Kamii (1980), coloca “que o valor do conteúdo de um jogo deve ser considerado em relação ao estágio de desenvolvimento que se encontra a criança, da maneira  de como a criança obtém o conhecimento e raciocina”.

Sendo o lúdico um eixo importante na infância em todas as épocas, diferentes gerações e  em  contextos sociais e históricos distintos, Chateau (1987), faz uma importante observação:

… Suponhamos que, de repente, nossas crianças parem de brincar,  que os pátios de nossas escolas fiquem pequenos, que não tivéssemos mais perto de nós este mundo infantil que faz a nossa alegria e o nosso tormento, mas um mundo triste de pigmeus que poderiam crescer, mas que conservariam, por toda a sua existência a mentalidade de pigmeus, de seres primitivos. Pois é pelo jogo, pelo brinquedo, que crescem a alma e a inteligência. É pela tranqüilidade, pelo silêncio – pelos quais os pais às vezes se alegram erroneamente – que anunciam freqüentemente no bebê as graves deficiências mentais. Uma criança que não sabe brincar, uma miniatura de velho, será um adulto que não sabe pensar… (Chateau, 1987, p. 10 apud Soares, 2002)

A criança, ao brincar, não pensa em nenhuma outra coisa a não ser a brincadeira. Nela, ela cria, inventa, constroi, é o que quiser ser. “A atividade lúdica propicia uma experiência de plenitude: quando nos entregamos a ela, nos envolvemos por completo, estamos inteiros, plenos, flexíveis, alegres, saudáveis (…) Brincar, jogar, agir ludicamente, exige uma entrega total do ser humano, corpo e mente ao mesmo tempo” (LUCKESI apud PEREIRA, 2002, p 13).

Conforme Andrade (1994), “o brinquedo propõe à criança um mundo do tamanho de sua compreensão”. Maria Montessori (1965)  também valoriza os jogos como uma ação livre. Ela difundiu um método investigativo e de trabalho em que as crianças agem com liberdade. Para Montessori (1965), faz-se necessário “que a escola permita o livre desenvolvimento da atividade da criança para que a pedagogia possa agir”.

Montessori (1965), também considera o ambiente educativo de fundamental importância, por conduzir o desenvolvimento social das crianças de forma estimulante e prazerosa para a realização de certas atividades. As atividades lúdicas não substituem os conteúdos escolares, mas auxiliam no desenvolvimento dos aspectos motor, social, afetivo e cognitivo. Vale ressaltar  que o lúdico não se limita simplesmente ao jogo ou à brincadeira, mas, por meio delas, a criança desenvolve sua psicomotricidade e sua capacidade de estabelecer relações.

Piaget (1998), forneceu um importante estudo sobre o desenvolvimento das crianças na educação com base na ludicidade. Segundo ele, os jogos são essenciais na vida dos pequeninos. Conforme Piaget (1998), “de início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos”. (AMARAL: in KISHIMOTO 2002, [s.p]), diz que “o sucesso na educação depende da relação estabelecida entre as atividades instintivas da criança, interesses e experiências sociais”

Estudos feitos por psicólogos e pedagogos ao longo do tempo concluem que todas as crianças passam por  determinados estágios de desenvolvimento, que cada uma delas apresenta seu próprio ritmo de aprendizagem em cada estágio e que suas capacidades condicionam-se por fatores sócio-econômicos, afetivos e cognitivos.

O sucesso escolar, sem dúvida, associa-se ao desenvolvimento integral do aluno enquanto indivíduo. Diante disso, estudiosos apontam os jogos e brincadeiras como um recurso fundamental  para educar e desenvolver a criança.

Froebel acreditava que as crianças aprendiam por meio de brincar, mas tal atividade só se caracterizava como educativa se fosse supervisionada (Kishimoto, 2002).

O ambiente  criado para a criança desenvolver suas atividades lúdicas deverá propiciar à socialização, visando o desenvolvimento de atividades que possibilitem o lúdico individual e coletivo, permitindo-lhe construir o próprio conhecimento, por meio da criatividade, do estímulo.  Os jogos e brinquedos são partes integrantes na proposta educativa do currículo da educação infantil, uma vez que propiciam o desenvolvimento e a aquisição de conhecimentos.

O brinquedo tem um papel muito importante na estimulação da inteligência e na formação do caráter das crianças. Brincar é uma atividade muito mais séria do que pode parecer. O desafio contido nas situações lúdicas estimula o pensamento e a criatividade, nutrindo assim a vida interior da criança. Através do brinquedo ela conhece e ressignifica o mundo ao seu redor (CUNHA, 2004).

Piaget (1998) e Vygotsky (1989), desenvolveram estudos sobre aprendizagem e desenvolvimento  que auxiliam a compreensão e norteiam o trabalho de educadores na educação infantil. Segundo Vygotsky (1989), “o desenvolvimento é um processo de internalização de modos culturais de pensar e agir”. Esse processo, segundo ele,  “inicia-se nas relações sociais, em que os adultos ou crianças mais experientes, por meio da linguagem, do jogo, compartilham com a criança seus sistemas de pensamento e ação”. Conforme Kishimoto (2002), “o brincar também contribui para a aprendizagem da linguagem. A utilização combinatória da linguagem funciona como instrumento de pensamento e ação”.

Embora se reconheça que a brincadeira tem sido uma âncora no desenvolvimento infantil, em alguns casos, educadores e  famílias ainda a descrevem como perda de tempo. Diante disso, o lúdico, em alguns momentos, restringe-se aos momentos recreativos. Kishimoto (2002), Coloca que “a conduta lúdica, ao minimizar as consequências da ação, contribui para a exploração e a flexibilidade do ser que brinca, incorporando a característica que alguns autores pontuam como futilidade, um ato sem consequência”.

Por que isso tem acontecido, uma vez que  se sabe que o brincar estimula e auxilia o desenvolvimento da criança? Considerar a ludicidade é contribuir para que haja uma construção significativa por parte das crianças.

De acordo com Bateson (1977) e Bruner (1996), “as brincadeiras são formas de comunicação, permitindo partilhar significados e regras para desenvolver e educar as crianças”.  Brincando com outras crianças, os pequenos expressam idéias, socializam-se, ampliam seus conhecimentos, criam suas próprias regras.

Que aprendizado significativo à criança pode adquirir com o brinquedo? Vários aprendizados. Para Ausubel (1980), o mais importante é a aprendizagem cognitiva, isto é, quando os conteúdos se integram e são aprendidos e ordenados, formando uma estrutura cognitiva, estrutura essa  que representa todas as informações que o sujeito armazena,  ocasionando o conhecimento. Quando uma pessoa já detém um conhecimento sobre algo aprendido anteriormente e passa a assimilar novas informações, essas novas informações serão assimiladas  e armazenadas  na estrutura cognitiva que o indivíduo já havia adquirido.

Essas funções de informações prévias adquiridas e a assimilação dos novos dados que se interagem numa evolução de informações,  interrelacionam-se proporcionando  a aprendizagem significativa.  Mas, para que ocorra essa aprendizagem, faz-se necessário que os conteúdos e materiais utilizados estejam na proporção do nível de desenvolvimento que as crianças se encontram, para que não ocorra de se oferecer mais informações do que elas possam assimilar.

Muitos objetos não são considerados pelos adultos como brinquedos, mas as crianças os têm como algo maravilhoso em seu fantástico mundo, onde elas criam situações e histórias. Um cabo de vassoura transforma-se em um cavalo, um boneco em um filho, uma cadeira transforma-se em carro. O contato direto da criança com os objetos proporciona-lhe uma aprendizagem rica e multidisciplinar.

O educador pode desempenhar um importante papel no transcorrer das brincadeiras se consegue discernir os momentos em que deve só observar, em que deve intervir na coordenação da brincadeira, ou em que deve integrar-se como participante das mesmas. (OLIVEIRA, 1992 in: KISHIMOTO, 2002, [s.p]).

Partindo desse princípio, a atividade e situação proposta pela escola devem contemplar e favorecer a descoberta, a construção do conhecimento  e à exploração, para que esta possibilite à criança um contexto educacional significativo, livre e prazeroso.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A rotina do aluno de Educação Infantil deve levar em conta o contexto social que o envolve. Compreender o universo infantil exige habilidade, conhecimento e prática.  A avaliação da prática pedagógica nesse contexto requer uma constância, visto que se trata de pessoas em processo de formação.

Parece fácil e óbvio atender a esse público, mas é mero engano. Exige-se muito mais do educador do que apenas conhecimento teórico. É necessário que se tenha com clareza o que se busca desenvolver no aluno.

O processo de Educação Infantil precisa considerar as ações, as habilidades, interação da criança em seu meio-sociocultural, seu estágio de desenvolvimento físico, motor e cognitivo. Como diz Piaget: (1998),  “a escola deverá propor atividades desafiadoras que promovam descobertas e a construção de novos conhecimentos”.

Sendo a criança um ser altamente curioso, faz-se necessário  compreendê-la em todos os aspectos. Que concepção a escola tem de criança e que tipo de trabalho ela desenvolve? Isso exigirá da escola uma prática que seja capaz de priorizar e conhecer o processo de desenvolvimento infantil em todas as áreas, a fim de propiciar-lhe uma rotina prazerosa, atendendo suas necessidades individuais e coletivas.

O planejamento das ações pedagógicas na infância deve constituir-se um pilar para o processo de ensino e aprendizagem da criança. Os conteúdos pedagógicos que muitas vezes são colocados como prioridade, necessitam ser revistos, uma vez que as crianças são seres espontâneos, dotados de várias habilidades.

A necessidade das brincadeiras no contexto infantil e, até mesmo, na vida dos adultos, produzem diversos significados que estão além das atividades escolares sistematizadas. A essência do brincar supera expectativas e proporciona liberdade.

Dessa forma,  espera-se que a escola fundamente sua prática de forma a atender as necessidades, de forma integral, desse público que é mestre nessa arte: brincar!

REFERÊNCIAS

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