O lúdico na Alfabetização

O  objetivo deste artigo e destacar que o papel do educador na utilização de jogos e brincadeiras na alfabetização.

No cotidiano da sala de aula ,os educadores buscam formas de tornar o ensino mais eficaz e também mais estimulante.Uma das alternativas é aliar o prazer e o divertimento à aprendizagem.Porém nem sempre isso é fácil, mesmo porque os interesses e as solicitações das crianças são bem diversos,e não são todas as situações de ensino –aprendizagem que possibilitam um trabalho com a dimensão lúdica na escola.

‘’O lúdico é eminentemente  educativo no sentido em que constitui a força impulsora de nossa curiosidade a respeito do mundo e da vida,o princípio de toda descoberta e toda criação.’’(Santo Agostinho)

No caso específico de jogos e brincadeiras, no entanto, quando direcionados para a alfabetização e o ensino de língua materna,isso é perfeitamente possível.Por meio deles integram-se o prazer e o aprender, sabor e saber.Nesse sentido, o jogo tem função de auxiliar o educador para promover tanto a apropriação do sistema de escrita alfabética quanto práticas de leituras ,escrita e oralidade significativas,portanto é necessário que a escola ofereça aos alunos,desde os primeiros momentos,oportunidades de contato com a leitura e a escrita como práticas sociais, ou seja,revestidas de significado,nas quais se busca a interação com outro.

A organização de espaços adequados para estimular brincadeiras e jogos constitui atualmente uma da preocupações da maioria de educadores e profissionais de instituições escolares.

A docente Maria Célia R.M Campos (2005), da universidade Presbiteriana Mackenzie,ressalta que o uso dos jogos no contexto educacional só pode ser situado corretamente a partir da compreensão dos fatores que colaboram para uma boa aprendizagem ativa,ou,seja,mais do que o jogo em si, o que vai promover uma boa aprendizagem é o clima de discussão e troca , com o professor permitindo tentativas e respostas divergentes ou alternativas tolerando os erros, promovendo novas analises.

De acordo com o Campos dependendo de como é conduzindo,o jogo ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento,aqueles que colaborarão na aprendizagem de qualquer novo conhecimento os procedimentos usados no jogo com o planejamento,a previsão,a antecipação o método de registro e contagem…

Através de jogos é possível apreender aspectos importantes  da constituição psíquica de uma criança assim seu nível de desenvolvimento social e cognitivo.Nesse sentido,o jogo pode ser utilizado tanto no diagnostico psicopedagogica: o jogo favorece a analise de processo  de pensamentos utilizados pelo aluno ( criança ou mesmo adulto)e das relações que se estabelece  com parceiro  com as regras de seres estabelecidas.

O momento de introduzir  o jogo deve ser estudado cuidadosamente o educador deverá respeitar o limite de cada educando a introdução de uma atividade que não esteja de acordo com o nível do educando poderá provocar frustração, trazendo desinteresse pela mesma.

O papel do educador será propiciar a utilização dos jogos e brincadeiras de tal forma que possibilite ao educador descobrir vivenciar, modificar e criar as regras e acompanhar o educando durante a pratica da atividade mediando ás situações, facilitando sua integração ao ambiente  e participando do mesmo como elemento estimulado em todas as oportunidades cuidando para que tudo esteja em harmonia.

Pois a ludicidade é importante para o ser humano em qualquer idade,então, propiciar situações com jogos é garantir prazer, desafio e melhor desempenho dos alunos em diversas ares do conhecimento.Muitos teóricos e estudiosos destacam a importância do lúdico.Piaget e Vygotsky têm sido referências básicas na área educacional e deram destaque, em seus estudos,á aplicabilidade educativa,marcando as propostas de ensino em bases mais científicas.

Segundo seus estudos ,os jogos têm importância fundamental para o desenvolvimento físico  e mental da criança,auxiliando na construção do conhecimento e na  socialização.

Palavras chave: jogos- aprendizagem,prática reflexiva.

O  objetivo deste artigo e destacar que o papel do educador na utilização de jogos e brincadeiras na alfabetização.

No cotidiano da sala de aula ,os educadores buscam formas de tornar o ensino mais eficaz e também mais estimulante.Uma das alternativas é aliar o prazer e o divertimento à aprendizagem.Porém nem sempre isso é fácil, mesmo porque os interesses e as solicitações das crianças são bem diversos,e não são todas as situações de ensino –aprendizagem que possibilitam um trabalho com a dimensão lúdica na escola.

‘’O lúdico é eminentemente  educativo no sentido em que constitui a força impulsora de nossa curiosidade a respeito do mundo e da vida,o princípio de toda descoberta e toda criação.’’(Santo Agostinho)

No caso específico de jogos e brincadeiras, no entanto, quando direcionados para a alfabetização e o ensino de língua materna,isso é perfeitamente possível.Por meio deles integram-se o prazer e o aprender, sabor e saber.Nesse sentido, o jogo tem função de auxiliar o educador para promover tanto a apropriação do sistema de escrita alfabética quanto práticas de leituras ,escrita e oralidade significativas,portanto é necessário que a escola ofereça aos alunos,desde os primeiros momentos,oportunidades de contato com a leitura e a escrita como práticas sociais, ou seja,revestidas de significado,nas quais se busca a interação com outro.

A organização de espaços adequados para estimular brincadeiras e jogos constitui atualmente uma da preocupações da maioria de educadores e profissionais de instituições escolares.

A docente Maria Célia R.M Campos (2005), da universidade Presbiteriana Mackenzie,ressalta que o uso dos jogos no contexto educacional só pode ser situado corretamente a partir da compreensão dos fatores que colaboram para uma boa aprendizagem ativa,ou,seja,mais do que o jogo em si, o que vai promover uma boa aprendizagem é o clima de discussão e troca , com o professor permitindo tentativas e respostas divergentes ou alternativas tolerando os erros, promovendo novas analises.

De acordo com o Campos dependendo de como é conduzindo,o jogo ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento,aqueles que colaborarão na aprendizagem de qualquer novo conhecimento os procedimentos usados no jogo com o planejamento,a previsão,a antecipação o método de registro e contagem…

Através de jogos é possível apreender aspectos importantes  da constituição psíquica de uma criança assim seu nível de desenvolvimento social e cognitivo.Nesse sentido,o jogo pode ser utilizado tanto no diagnostico psicopedagogica: o jogo favorece a analise de processo  de pensamentos utilizados pelo aluno ( criança ou mesmo adulto)e das relações que se estabelece  com parceiro  com as regras de seres estabelecidas.

O momento de introduzir  o jogo deve ser estudado cuidadosamente o educador deverá respeitar o limite de cada educando a introdução de uma atividade que não esteja de acordo com o nível do educando poderá provocar frustração, trazendo desinteresse pela mesma.

O papel do educador será propiciar a utilização dos jogos e brincadeiras de tal forma que possibilite ao educador descobrir vivenciar, modificar e criar as regras e acompanhar o educando durante a pratica da atividade mediando ás situações, facilitando sua integração ao ambiente  e participando do mesmo como elemento estimulado em todas as oportunidades cuidando para que tudo esteja em harmonia.

Pois a ludicidade é importante para o ser humano em qualquer idade,então, propiciar situações com jogos é garantir prazer, desafio e melhor desempenho dos alunos em diversas ares do conhecimento.Muitos teóricos e estudiosos destacam a importância do lúdico.Piaget e Vygotsky têm sido referências básicas na área educacional e deram destaque, em seus estudos,á aplicabilidade educativa,marcando as propostas de ensino em bases mais científicas.

Segundo seus estudos ,os jogos têm importância fundamental para o desenvolvimento físico  e mental da criança,auxiliando na construção do conhecimento e na  socialização.

Palavras chave: jogos- aprendizagem,prática reflexiva.