Produtos identificados com código de barras facilitam a conferência na entrada em estoque e no momento do envio destes para o cliente.

As perdas no segmento atacadista costumam ocorrer com maior incidência nos setores que possuem produtos de menor vida útil, perecíveis, por exemplo. Já com bens duráveis, os desperdícios ocorrem principalmente nos itens de alto risco, aqueles de maior valor agregado, de tamanho relativamente pequeno.

A maior parte das perdas ocorre principalmente por falta de conferência, seja no ato de recebimento ou mesmo no momento da venda, haja vista o volume transacionado ou de grande movimento.

Mesmo que ocorram problemas de transporte, armazenagem ou entrega, uma conferência bem feita vai identificar este problema, seja na entrada da mercadoria ou mesmo na saída.

Assumir que as perdas no varejo são apenas do fornecedor (máxima vigorou fortemente no setor) não corresponde à realidade. Começam a aparecer os sinais de conscientização de mudança, caracterizando um efeito de “distribuição reversa das perdas”.

Para ilustrar o exemplo acima, tomemos como exemplo um cliente insatisfeito com a qualidade de um produto. Ele certamente reclamará para o distribuidor e devolverá a mercadoria, deixando de comprar naquele local e, pior, formando uma imagem negativa do produto. Já o dono da loja tentará trocar a mercadoria com o fabricante; se conseguir, poderá, ou não, superar o conflito com o consumidor, mesmo assim vendendo menos e comprando menos; caso não conte com o apoio do fabricante, certamente este lojista irá retirar o produto de linha deixando de comprá-lo. Agora, imaginemos que o problema com esta mercadoria fosse um fato pontual ou isolado na produção. Pode-se afirmar que todos saíram perdendo, além da venda, o tempo e toda a logística de entrega e reversa.

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