Quem Precisa de Psicólogo?

QUEM PRECISA DE PSICÓLOGO?

Se você…

  • Sente-se aniquilado diante dos fracassos, embora não deixe ninguém perceber;
  • Resiste em reavaliar o que muitos já lhe apontaram como “alguém de difícil convivência”;
  • Precisa de reações autoritárias e agressivas para defender suas idéias;
  • Questiona, com certa frequência, seu relacionamento íntimo, amoroso ou conjugal;
  • Qualquer rejeição, por menor que possa parecer, é capaz de provocar um sentimento de pouca valia;
  • Costuma utilizar o ataque como autodefesa;
  • Embora deteste uma sugestão ou proposta, tem dificuldade em dizer NÃO;
  • Manifesta aspereza ou irritabilidade exacerbada quando alguém aborda algum assunto do qual não gostaria de falar;
  • Utiliza seu tempo em “arranjar uma desculpa” quando precisa ser verdadeiro;
  • Sente necessidade em ocultar suas idéias e planos no ambiente familiar;
  • A culpa é um sentimento que anda sempre por perto;
  • Outros valores, que não apenas o desejo tem lhe feito “conviver intimamente” com quem não gostaria;
  • Diante de uma pergunta que o deixa ameaçado, seu “sim” é imediatamente precedido do… “qual é o problema?”;
  • Teme experimentar um sentimento de abandono;
  • Sofre, antecipadamente, por uma dificuldade, mais que outra pessoa sofreria se estivesse em seu lugar;
  • Frustrações e decepções lhe enfraquecem e o imobilizam por um longo tempo;
  • Detesta que suas idéias e atitudes sejam questionadas;
  • Sem o elogio, o reconhecimento, a valorização verbalmente declarada, não consegue realizar nada;
  • Prefere estar “mal acompanhado” do que “só”;
  • Nega precisar de ajuda psicológica com a alegação: “Tenho problemas como todo mundo”
  • Se você se identificou com apenas uma, das várias premissas acima…

ACREDITE QUE

Somente através de uma ajuda psicoterápica é que alguém consegue entrar em contato consigo; descobrindo, confrontando e compreendendo os vários aspectos, na maioria das vezes inaceitáveis, da sua real identidade.

O PSICOLOGO – QUEM É ELE?

É alguém que não está envolvido nas suas circunstancias diárias;

O que sabe de você é o que permite que ele saiba;

Não cria expectativas em relação a suas atitudes, nem juízo de valores;

Não conhece sua família nem seus amigos; o perfil de cada um deles é traçada por você, do jeito que você os vê e, para ele é isso que importa;

Não tem compromisso em lhe dizer só o que deseja ouvir. Isso é coisa de amigo!

Respeita sua lágrima, embora não atenue para você a dor da frustração;

Jamais irá lhe apresentar a você, sem que você queira conhecer a si próprio.

REFLEXÃO…

Quando você vive do jeito que “tem que ser”, nega o jeito que verdadeiramente é.

Seus conflitos começam à medida que sua consciência sinaliza a diferença.

ANGELA CORRÊA/RJ

Psicóloga-CRP.05/10053