Relatório de algumas perguntas do Catecismo Maior de Westminster e, em seguida, suas respostas.

OBJETIVO

Este relatório tem como objetivo levantar considerações, assim como, amadurecimentos sobre a importância da doutrina Cristã baseado unicamente na Bíblia, que é entendida como a Sã Doutrina e, por conseguinte, como a primordial fonte escrita que, propaga admoestações pessoais e, intrinsecamente, realidades da Igreja de Cristo, sendo este relatório com caráter de Portfólio organizado a partir do Catecismo Maior de Westminster, comentado por Johannes Geerhardus Vos.

Nesse sentido, este relatório vem com caráter de um portfólio, isto é, um fichamento das atividades (ou resumo), ou seja, discussões para desenvolvimento bíblico feitas na classe Maranata, da Igreja Presbiteriana Maranata, onde Rafael Brito dos Reis se encontrava como o lecionador da mesma entre os dias 25.10.2009 até 27.12.2009.

Relatório com caráter de Portfólio

Domingo, dia 25.10.2009

No dia 25.10.2009, foram continuadas as discussões, isto é, considerações da pergunta 47 “Como Cristo se humilhou na concepção e nascimento?” do Catecismo maior de Westminster iniciadas pelo o Pastor Reverendo Jailton Silva dos Santos. Que, observou que Cristo se humilhou na concepção e nascimento ao se esvaziar de alguns atributos divinos, como a onipresença, tornando filho do homem, 100% homem, assim como, 100% Deus.

Por conseguinte, a pergunta 47 “Como Cristo se humilhou na concepção e nascimento?” do Catecismo maior de Westminster, tem como resposta que, “Cristo humilhou-se na sua concepção e nascimento, em ser, desde toda a eternidade o Filho de Deus no seio do Pai, a quem aprouve na plenitude do tempo, tornar-se Filho do homem, nascendo de uma mulher de humilde posição, com diversas circunstâncias de humilhação fora do comum. Lc 2:7;I Jo 1:14,18.”

Neste caso e, a partir da pergunta 47 acima, podem se inferir / concluir que:

1. Cristo, que tornou-se homem, era desde toda a eternidade o Filho de Deus. Jo 1. 14, 18

2. Cristo, na Plenitude do tempo, tornou-se homem e nasceu como uma criança. Gn 4.4

3. O nosso Salvador nasceu de uma mulher de condição humilde, e sob circunstâncias bem mais degradantes que o normal. Lc 2.7

Contudo, foram salientados e, concomitantemente, afirmado que, desde toda a eternidade Cristo era Filho de Deus e, sobretudo, participante da Santíssima Trindade, a saber, Pai, Filho e Espírito Santo. Pois Deus é triuno. E, porque Deus se tornou homem num tempo predestinado, isto é, “vindo, porém, a plenitude do tempo” (Gl 4.4). Sendo a expressão “a plenitude do tempo”, o tempo designado por Deus desde toda a eternidade para que Cristo nascesse como um ser humano (100% homem e 100% Deus), pois esta expressão é entendida também como o tempo em que se completariam as preparações de longo prazo e em que as profecias (dos profetas maiores e menores da Bíblia) estavam no objetivo de se fazerem cumprir, isto é, consumar.

Então, a declaração de que Cristo estava “no seio do Pai”, significa que Cristo, o Filho eterno, é um único Deus com o Pai, pois o Pai e o Filho, assim como, o Espírito Santo são da mesma substância, embora sejam pessoas distintas da Trindade.

Domingo, dia 01.11.2009

A classe Maranata da Igreja Presbiteriana Maranata, na Escola Bíblica Dominical (EBD), neste dia (01.11.09) excepcionalmente, foi dirigida pelo Presbítero Dorival, pois o lecionador Rafael se encontrava viajando.

Domingo, dia 08.11.2009

No dia 08.11.2009, no início das considerações Bíblica da EBD, foi realizada uma recapitulagem das discussões para amadurecimento cristã feita no último encontro (que, foi no dia 25.10.2009).

Logo em seguida, passamos para a pergunta 48 “Como Cristo se humilhou em sua vida terrena?” do Catecismo maior de Westminster, tendo como base entre outros, que Cristo se sujeitou a lei, isto é, Ele se sujeitou a toda a lei de Deus, tanto a lei moral quanto a lei cerimonial. Lei esta, feita para os homens depravado que, carecem de Deus e não para Cristo (o Deus), daí este ponto é entendido como uma das ramificações da humilhação de Cristo na sua vida terena, porque “Cristo se humilhou em sua vida sujeitando-se à lei, a qual perfeitamente cumpriu, e combatendo as indignidades do mundo, as tentações de Satanás e as enfermidades da carne, quer comuns à natureza do homem, quer as procedentes dessa baixa condição. Is 52:13,14;53:2,3; Sl 22:6; Mt. 3:15;4.1-11; Jo 19:30; Rm 5:19; Gl 4:4; Hb. 2:17-18;4:15;12:2-3.”

Onde, a partir da pergunta 48 acima, do Catecismo maior de Westminster e, sobretudo, sua respectiva resposta foram concluídos que:

1. Jesus Cristo nasceu sob a lei (para obedecer à lei) e, não sobre a lei, ou seja, acima da lei (Gl 4.4), isto é, Cristo nasceu debaixo da lei e, por conseguinte, obedeceu a todas, como 100 % homem.

2. Jesus Cristo cumpriu perfeitamente a lei de Deus (Mt 5.17; Rm 5.18).

3. Jesus Cristo enfrentou continuamente o opróbrio do mundo (Sl 22.6; Hb 12.2-3)

4. Jesus Cristo enfrentou continuamente as tentações de Satanás (Mt 4. 1-12; Lc 4.13)

5. Jesus Cristo enfrentou continuamente as fraquezas de Sua carne, normais a humanidade e semelhantes à Sua condição humilde (Hb 2.17-18; 4.15; Is 52.13-14).

Contudo, salientamos que, o nosso Salvador sujeitou-se à lei de Deus pela sua própria e voluntária decisão de se tornar homem, de acordo com os termos do Pacto da Graça firmados entre Ele e o Pai na eternidade, isto é, antes da criação do mundo. Pois era necessário que o nosso Salvador se submetesse a lei de Deus para que Ele a cumprisse como o nosso representante legal, prestando uma perfeita e singela obediência à vontade de Deus naquilo que Adão fracassou no Pacto de Obras. Sendo, Jesus Cristo, o segundo Adão, que tinha e (foi) bem sucedido nessa realização para que a Sua justiça pudesse ser reconhecida ao nosso favor. Então, paulatinamente, algumas das “fraquezas da Sua carne” que o nosso Salvador sofreu durante a Sua vida, foram entre outras: o cansaço, a fome, a sede, a pobreza, “nenhum lugar onde repousar a cabeça”, o ser mal interpretado e duramente censurado pelos os próprios parentes, etc. Porque, enfim, para nós Cristãos, devemos estar cheios da mais profunda gratidão a Ele (Cristo), que suportou tais aflições e duras provações por nossa causa, isto é, para redimir os pecados dos eleitos de Deus. Assim como, devemos resistir à tentação de nos rendermos ao desânimo e ao desespero quando formos confrontados por problemas e aflições na nossa peregrinação (caminhada) terrena, lembrando-nos de que o nosso Salvador, o Senhor da glória, suportou problemas e provações muito mais duras pelo Seu grande amor conosco. Entendendo que, os opróbrios do mundo foram uma humilhação para o nosso Salvador? Porque eles (as pessoas do mundo e seus opróbrios) se opunham à Sua natureza santa (separada) e eram contrários à paz, a ordem e à reverência do Céu, de onde Ele veio.

Domingo, dia 15.11.2009

No dia 15.11.2009, demos continuidade na pergunta 48 (aula passada), para então, entrarmos na pergunta 49 “Como Cristo se humilhou em sua morte?” do Catecismo maior de Westminster, salientando que, nossas discussões são para esclarecimento e não para atacar as pessoas ludibriadas /enganadas por falcas doutrinas como a do Espiritismo com a Reencarnação, Consulta aos Mortos (que Deus abomina tais atos), e a Salvação pelas obras.

Como resposta da pergunta 49 “Como Cristo se humilhou em sua morte?” do Catecismo maior de Westminster, temos que, “Cristo se humilhou em sua morte porque, tendo sido traído por Judas, abandonado pelos seus discípulos, escarnecido e rejeitado pelo mundo, condenado por Pilatos e atormentado pelos seus perseguidores, tendo também lutado com os terrores da morte e os poderes das trevas, tendo sentido e suportado o peso da ira de Deus, Ele deu a sua vida como oferta pelo pecado, sofrendo a penosa, vergonhosa e maldita morte da cruz. Is 53:3,10; Mt 27:4;26:56;27:26,46; Lc 18-32,33;22:44;63,64; Jo 19:34; Rm 4.25;8:32; I Co 15.3,4; Fp 2:8;Hb 12.2.”

Nesse sentido, tiramos conclusões que comprovou a humilhação de Cristo na sua morte (que é a pergunta 49 acima) e, no processo de sua morte, e, sobretudo, sua importância de morte e ressurreição (e não encarnação), em:

1. Cristo foi traído por Judas (Mt 27.4)

2. Cristo foi abandonado pelos seus discípulos (Mt 26.56)

3. Cristo foi escarnecido e rejeitado pelo mundo (especialmente pela falsa igreja). (Is 53.2-3).

4. Cristo foi condenado por Pilatos e maltratado pelos Seus perseguidores. (Mt 27.26-50; Jo 19.34)

5. Cristo lutou contra os terrores da morte e os poderes das trevas, e provou do peso da ira de Deus. (Lc 22.44; Mt 27.46)

6. Cristo deu a Sua vida como oferta pelo o pecado. (Is 53.10)

7. A dolorosa vergonha e maldita morte de cruz. (Fp 2.8; Hb 12.2; Gl 3.13)

Contudo, Cristo entrou em luta contra os terrores da morte e os poderes das trevas, no jardim do Getsêmani, na noite do dia anterior à Sua crucificação. E, intrinsecamente, Cristo sentiu sobre Si o peso da ira de Deus contra o pecado da humanidade ao longo de toda a Sua vida na terra e, quando, em especial, ao final de sua vida, no jardim do Getsêmani e principalmente durante as três horas de escuridão, isto é, obscuridade em que pendeu na cruz, da hora sexta a hora nona, terminando com o seu clamor: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”, pois Deus não podia está com Cristo neste momento por causa do pecado da humanidade, mas Cristo / Deus ressuscitou depois glorificado.

Enfim, a morte de Cristo é o centro da Bíblia, o ponto focal da história do mundo, o fato principal da mensagem do Evangelho, tendo Jesus Cristo morrido voluntariamente, doando a Sua vida, no momento apropriado (Mt 27.50; Jo 19.28; 10.17-18; Mc 15.14).

Domingo, dia 22.11.2009

No dia 22.11.2009, buscou se compreender racionalmente a pergunta 50 “Em que consistiu a humilhação de Cristo depois de sua morte?” do Catecismo maior de Westminster, cuja a respectiva resposta é que, “a humilhação de Cristo, depois da sua morte, consistiu em ser ele sepultado, em continuar no estado dos mortos e sob o poder da morte até ao terceiro dia, o que, aliás, tem sido expresso nestas palavras: Ele desceu ao inferno (= Hades). Mt 12:40; I Co. 15:3,4.”

Portanto, inferimos (concluímos) sobre a pergunta 50 acima que:

1. O sepultamento de Cristo é um fato indispensável ao Evangelho (1Co 15.3-4)

2. Cristo continuou no estado dos mortos e sob o poder da morte a´te ao terceiro dia (Sl 16.10; At 2.24-31).

3. O poder da morte sobre o corpo de Cristo foi temporário, limitado ao tempo de três dias (Rm 6.9; Mt 12.40)

Domingo, dia 29.11.2009

No dia 29.11.2009 discutimos sobre a pergunta 51 “Qual foi o estado de exaltação de Cristo?”, onde a resposta da mesma está relacionada “ao estado de exaltação de Cristo compreende sua ressurreição, ascensão, o assentar-se ele à destra do Pai, e sua segunda vinda para julgar o mundo. Lc 24:51; At 1:9-11;17:31; I Co 15:4; Ef 1:20.”

Pois, os quatro elementos incluídos no estado de exaltação de Cristo são: (a) A Sua ressurreição. (b) A Sua ascensão ao Céu. (c) O Seu assentar-se à direita do Pai. (d) A Sua segunda vinda para julgar o mundo. Sendo, dois destes elementos são passados (a Sua ressurreição e Ascensão ao Céu. Uma é presente (Cristo está assentado à destra de Deus o Pai). E o último sendo futuro (que é a Sua segunda vinda para julgar o mundo).

Sendo suas referências bíblicas em:

1. A ressurreição de Cristo. 1Co 15.4

2. A ascensão de Cristo ao Céu. At 1.9-11

3. Cristo assentado à direita do Pai. Ef 1.20

4. Cristo virá outra vez para julgar o mundo. At 1.11; 17.31

Domingo, dia 06.12.2009

No dia 06.12.2009, comentamos sobre a pergunta 52 “Como Cristo foi exaltado em sua ressurreição?”, onde sua respectiva resposta é, que “Cristo foi exaltado em sua ressurreição, em não ter visto a corrupção na morte (pela qual não era possível que Ele fosse retido), e o mesmo corpo em que sofrera, com as suas propriedades essenciais (sem a mortalidade e outras enfermidades comuns a esta vida), tendo-se realmente unido à sua alma, ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, pelo seu próprio poder, e por essa ressurreição declarou-se Filho de Deus, por haver satisfeito a justiça divina, ter vencido a morte e aquele que tinha o poder sobre ela, e ser o Senhor dos vivos e dos mortos. Tudo isto fez Ele na sua capacidade representativa, corno Cabeça da sua Igreja, para a justificação e vivificação dela na graça, apoio contra os inimigos, e para lhe assegurar a sua ressurreição dos mortos no último dia. Sl 16:10; Lc 24:39; Jo 10:18; At 2:24; Rm 1:4;4:25;14:9; I Co 15:17,20,21,22,25,26; Ef 1:22-23;2:5-6; I Ts 4:13-18; Hb 2:14; Ap 1:18.”

Por conseguinte, concluímos que:

1. Cr5isto, por Sua ressurreição, agiu como o cabeça da Sua igreja. Ef 1.20-23; Cl 1.18

2. Cristo ressuscitou dos mortos para a nossa justificação. Ef 2.1, 5-6; Cl 1.18

3. Cristo ressuscitou dos mortos para conquistar os inimigos do seu povo. 1Co 15.20

4. O corpo de Cristo, na sua sepultura, não teve sujeitado à corrupção. At 2.24, 27.

Então, por causa de Sua divindade, Cristo não poderia permanecer debaixo do poder da morte, porque Ele era o Filho de Deus, sendo assim, o castigo pelo pecado havia sido completamente pago e cancelado, por isso a morte perdera o direito sobre Cristo.

Contudo, Cristo ressuscitou ao terceiro dia com o mesmo corpo com que sofrera, porém glorificado. Pois isso significa que não existe reencarnação (doutrina do Espiritismo de Allan Kardec), porque se observa o mesmo corpo com suas propriedades essenciais na ressurreição de Cristo em Lucas 24.39. Sendo a diferença da ressurreição de Cristo para a de Lázaro (por exemplo), é que, Cristo ressuscitou com a imortalidade, já Lázaro ressuscitou, porém depois morreu.

Domingo, dia 13.12.2009

No dia 13.12.2009, comentamos (tratamos) sobre a pergunta 53 “Como Cristo foi exaltado em sua ascensão?” do Catecismo maior de Westminster, cuja respectiva resposta está relacionada ao fato que “Cristo foi exaltado em sua ascensão em ter, depois de sua ressurreição, aparecido muitas vezes aos seus apóstolos e conversado com eles, falando-lhes das coisas pertencentes ao reino de Deus, impondo-lhes o dever de pregarem o Evangelho a todos os povos, e em subir aos mais altos céus, no fim de quarenta dias, levando a nossa natureza e, como nosso Cabeça, triunfando sobre os inimigos, para ali, à destra de Deus, receber dons para os homens, elevar os nossos afetos e preparar-nos um lugar, onde Ele está e estará até à sua segunda vinda, no fim do mundo. Sl 68:18; Mt 28:19; Jo 14:2-3;  At 1:2,3,9;3:21; Hb 6:20; Ef 4:8,10; Cl 3:1,2.”

Dentre outras conclusões observou-se que:

1. Cristo, depois de ressurreto, apareceu aos Seus apóstolos. At 1.3-4, porém era de carne e osso com o poder da onipresença.

2. Temos a grande comissão para pregar o Evangelho a todas as nações. Mt 28.19-20

3. Cristo ascendeu ao Céu como o nosso cabeça. Hb 6.20

Enfim, o intervalo entre a ressurreição e a ascensão de Cristo foi de quarenta dias.

Domingo, dia 20.12.2009

A classe Maranata da IPB Do bairro de Sussuarana, SSA-BA se encontrava com outro professor / lecionador, pois Rafael estava em processo de prova / vestibular no mesmo dia e, intrinsecamente, no mesmo horário.

Domingo, dia 27.12.2009

No dia 27.12.2009 (último domingo do ano) continuamos a tratar sobre a pergunta 53 do Catecismo maior de Westminster, assim como, realizamos uma recapitulagem das discussões ao longo do dia 25.10.2009 até 27.12.2009 discutido na aula (reunião da EBD) passadas, porém destacamos que Cristo e seu corpo humano estão no céu, sendo um lugar, João 14.3. Pois, em suma, salientamos sobre a importância da morte e ressurreição de Cristo, o Salvador e, sobretudo, seus significados para a Igreja Santa (separada para Cristo), Una (única), Católica (universal) e Apostólica onde Cristo é o cabeça.

OBS: ouvem muitas perguntas e, intrinsecamente, discussões feitas na classe Maranata “O Senhor vem!” ou ainda “Nosso Senhor vem!” da EBD na Igreja Presbiteriana Maranata que contribuíram para o enriquecimento e, sobretudo, amadurecimento Cristão que, não foram destacados neste relatório, porque se buscou fazer uma síntese, isto é, um resumo em forma de fichamento (portfólio). Portanto, todas as considerações realizadas foram em nome de Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, na intencionalidade de bendizer a Cristo, isto é, glorificar Jesus e tirar as dúvidas e enganações (ou misticismo, magias) sobre sua morte, ressurreição, o Céu e, sobretudo, sua segunda vinda para julgar o mundo, pois seus esclarecimentos de acordo com a totalidade e, concomitantemente, integridade com a Bíblia são fundamentos da Igreja de Cristo.