Sexo e casamento

Antes de introduzir qualquer pensamento meu a cerca do assunto de Sexo e casamento, gostaria de ressaltar que minha opinião se diferencia das demais opiniões, no qual divido em duas aparte do meu ponto de vista é calo. Uma é a opinião geral que envolve toda sociedade  e sua cultura, a outra é a opinião religiosa. Embora pareça que ambas estejam mescladas elas acabam se distinguindo, exemplo, a igreja católica preza os que eles chamam de castidade. De maneira alguma aprova o sexo antes do casamento.( Atenção- o casamento é algo feito na igreja com bênçãos Sacerdotais ).Já  socialmente a união do casal já voga, sobre o direito de ambas as partes, aparte de algum tempo de convivência, mesmo que não esteja registrada no papel. Neste pequeno artigo, não pretendo introduzir um profundo estudo social e cultural do assunto. Mas gostaria de deixar este escrito dinâmico, nisto quero comprovar o que digo quando falei da ramificação dos pensamentos. Fiz a seguinte pergunta na internet:

Sexo antes do casamento pode?

Agora confiram as respostas de diversas pessoas:

Respostas no yahoo

Confiram também uma breve pesquisa que fiz em site católico sobre o assunto em questão:

A castidade católica

Em relação a sexualidade, a Igreja Católica convida todos os seus fiéis a viverem na castidade, que é uma “virtude moral e um dom de Deus” que permite a “integração positiva da sexualidade na pessoa“.Esta integração tem por objectivo tornar possível “a unidade interior do homem no seu ser corporal e espiritual“, supondo por isso de “uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da  liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa dominar por elas e torna-se infeliz“. “A virtude da castidade gira na órbita da virtude cardial da temperaça“.[Logo, “todo o baptizado é chamado à castidade” porque a sexualidade só se “torna pessoal e verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a pessoa, no dom mútuo total e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher“, ambos unidos pelo sacramento do Matrimónio (que é indissolúvel). Por isso, os actos sexuais só podem “ter lugar exclusivamente no Matrimónioo; fora dele constituem sempre um pecado grave“. Por estas razões, o sexo pré-marital, a pedofilia, “o adultério, a masturbação, a fornicação, a pornografia, aprostituição, o estupro” e os actos sexuais entre homossexuais são condenados pela Igreja como sendo “expressões do vício da luxúria“.

O verdadeiro amor conjugal e matrimonial, onde a relação sexual é vivida dignamente, só é possível graças à castidade conjugal. Esta virtude permite uma vivência conjugal perfeita assente na fidelidade e na fecundidade matrimoniais, onde o Amor é vivido plenamente como uma comunhão de “dádiva mútua do eu, […] de afirmação mútua da dignidade de cada parceiro” e um “encontro de duas liberdades em entrega e receptividade mútuas“.  Na vivência deste amor, a sexualidade (e o sexo) torna-se “humana e totalmente humanizada“, tornando-se também na grande expressão deste amor recíproco, onde o homem e a mulher se unem e se complementam.

fonte- wikipedia

Agora se confirma o que comentei inicialmente. Daqui adiante posso introduzir meu pensamento, e começo fazendo uma critica a sociedade. “A sociedade é corrompida por si mesma.”

Pode escrever mais um artigo que publiquei no meu Blog, o titulo é: SEXO LIVRE.

Vejo uma corrupção e degradação nos princípios sociais, digo não só desta época, mas de toda historia da humanidade, muita delas contada em diversos relatos e crônicas. Já religiosamente eu ainda  acho mais complicado! É restrição por cima de restrição, e uma equizosfrenia maluca quando o assunto envolve sexualidade. O resultado é só doença e acúmulos  de doenças no ser religioso de cada individuo prisioneiro do mesmo. E o que eu acho? É que quando não é oito é oitenta e oito.

Primeiro, pra  maioria das pessoas o casamento não tem nem um significado algum, ou seja, casa-se para agrada a sociedade dando assim uma satisfação, e sendo religioso, casa-se muito no intuito moral de agradar a Deus e cumprir uma obrigação moral e religiosa. Ambos em muitos dos casos acaba sendo uma faixada de uma união que nunca terra uma instabilidade. É lógico que abro exceção no caso de casamentos verídicos. Enquanto escrevo este relato lembro-me de um depoimento de um ex-pastor evangélico neo-pentecostal, casou-se para dar satisfação à igreja, o fim foi trágico! Sem contar que  antes de se casar ele mantinha uma relação com outro pastor.

Já na sociedade, nos verdadeiros bastidores da alta sociedade, homens que não são homens, mas tem sua sexualidade oposta, casam-se mantendo uma vida dupla, ou seja,para dar satisfação a sociedade, mas vivendo uma farsa pois seu desejo é pelo mesmo sexo. Nisto eles tem filhos e constituem famílias, que no fundo são desestruturadas.  Posso também falar do desprezo que a religião tem pelo pecado do sexo antes do casamento, mas os pecados acabam a ser mais cruéis no próprio casamento feito em seus altares. Sendo que muitas mulheres, recebendo a benção sacerdotal, acabam virando prostitutas do lar, se diferenciado das outras apenas no meio. E muitos adúlteros vão se constituir logo depois da benção de uma união de faxada, tornando o pecado maior do que o suposto sexo antes do casamento.

Diferente do que pensa a sociedade, vejo o casamento como algo sagrado, assim como a religião o vê. Porém diferente da religião, sou incapaz de crer no poder da tal para casa e descasar alguém. Por fim creio que o casamento existe, e que o sexo o acompanha, sendo o verdadeiro matrimonio aprovado pelo amor de duas  almas que  se entrelacem no mais profundo ser. Algo que só dois podem experimentar e aprovar, independente do poder que a sociedade e a religião tenham para aprova ou desaprová-la, pois estes não são Deus. Pois só Deus é capaz de penetrar os corações e aprovar a união de um casal que se ama.