Sob o regime da “Democracia”

Resumo: Atualmente, o regime da democracia é o ideal para o mundo. Mas, para o mundo de quem? Sobre uma outra ótica observatória, deve-se notar a força desta palavra, democracia. Muitos estudiosos foram massacrados pela democracia, e entretanto, formam verdadeiros fantasmas que o atual regime deseja ocultar.

1 – INTRODUÇÃO

Democracia, regime em que as decisões são tomadas com o povo e para o povo, direta ou indiretamente. Isso é formado através de eleições, e que representantes legais deverão fazer o melhor para o povo. Agora, tome como consciência a palavra “Democracia” (“demo+kratos”). O seu significado é diferente do que estão nos livros de histórias, ou até mesmo nas escolas. Mas, será possível que esconderam tamanha verdade? Pegue a palavra “Demo”, separadamente, isso parecerá algo terrível, com um significado bastante perturbador. Seria no modo mais simples algo ruim, maldoso, demoníaco? Entretanto, dicionários existem para confrontar os significados. Tome como exemplo esses significados: Demo: Pessoa que age com sagacidade, com ardil, do latim daemon (Aulete digital), outro significado: Povo, população (grego dêmos, -ou, divisão territorial, povo) (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa), o dicionário Michaelis digital, também repete os mencionados acima. Tome isso como um ponto de pesquisa, é importante compreender e depois associar esses significados. Agora, utilize outra palavra: Kratos: A palavra grega “κράτος”, krátos, “força”. Atente para a junção das duas então, democracia, nesse momento haverá a interpretação livre. Note que o leitor é quem deverá saber onde colocar sua interpretação. No exemplo, poderá associar à: imposição do regime, colocar a força acima de tudo, o povo a serviço da força e forçar o povo à obediência. Se observarmos bem, uma outra condição vista, é a de que existe uma divisão, conforme o grego “Dêmos”, sobre qualificar as classes sociais para um determinado grupo, então é importante estar de mente aberta e iniciar um procedimento de compreender e interpretar a real face da democracia.

2 – O GRANDE ENGANO

Todo político, tem o dever de jurar e respeitar as leis, conforme a constituição do seu país. Muito bem, quem em sã visão consegue adivinhar os criadores dessas constituições? Incrível compreender, que as leis são ou foram criadas para que um determinado montante, combine com as “Castas” o domínio de que terá direito. Hoje, naturalmente quem jura, jura em nome de algo ou de alguém, portanto esse algo ou alguém sabe que o controle absoluto se valerá através do regime ao qual estão vinculados.

(…)A prática do voto obrigatório remonta à Grécia Antiga, quando o legislador ateniense Sólon fez aprovar uma lei específica obrigando os cidadãos a escolher um dos partidos, caso não quisessem perder seus direitos de cidadãos.(…)

WIKIPEDIA, Site: http://pt.wikipedia.org

Fica bastante claro então, que obrigar cidadãos a votar, é forçar uma sociedade a praticar a obediência sem questionar. E ainda, deverá punir todos que não quiserem votar. Sendo que, perderá todos os direitos

(…)Levitt e Dubner, chegaram à conclusão de que as pessoas votam (nos países em que o voto não é obrigatório) pelo prazer cívico de serem vistas indo votar, ainda que a maioria não saiba que seu voto não faz diferença no resultado da eleição(…)

BARROS, Alexandre, Recuperando o direito de não votar, Site: http://www.ordemlivre.org

Os governantes entretanto, forjam uma estratégia de que os documentos como: Cédula de identidade, CPF e por último Título de eleitor, exercem a função simplesmente de controle autoritário, ao qual determina a continuidade dessa autoridade sobre a população. Se nesse caso, existem muitos documentos, então é de se expressar que não existe função nenhuma, a não ser de cumprir a verdadeira “Democracia”, total e completo controle sobre a população.

3 – CONCLUSÃO

Ter o poder e exerce-lo talvez, seja o ponto primordial da democracia mundial. Quem deverá formar divulgadores de opiniões, sabe perfeitamente que esses divulgadores são coiotes adestrados a acoitar as classes menos esclarecidas. Portanto, o esclarecimento das ideias são abafadas e condenadas a permanecerem na “Caverna”.

Um grupo não pode contra milhões, mas podem criar artifícios que esses milhões tenham a certeza de que devam respeitar a sua constituição, um mero livro autoritário e que merece maior explanação por parte da nação.