Tecnologia… Avanço ou atraso no homem?

Computadores de ultima geração, telefones com câmera e T.V., Pen Drive de capacidades enorme de armazenamento, carros que praticamente andam sozinhos; a tecnologia esta em um estagio fascinante, onde a cada minuto se tem novos avanços.

Formou-se até a chamada “Geração Y”, que são as crianças que já nascem em meio a esse maremoto de informação e tecnologia, crescendo já com a aprendizagem atualizada ao mundo moderno; as crianças hoje sabem lidar com computadores, telefones. A questão é… Até que ponto isso é um avanço?

Vejo famílias, que não tem mais dialogo, os jovens cada um com seu net book fecham-se em suas castas de informação, não se tem mais almoço em família, nem convívio ou conversa entre pais e filho, a não ser pelo programa de bate papo do computador.

Conheci outro dia uma senhora, que disse que só conversa com o filho pelo computador, eu perguntei se ele morava longe, e ela me disse que era na mesma casa, mas ele vivia trancado no quarto.

Eu posso até lançar uma pergunta no ar, como por exemplo, quem lembra o numero do telefone de seu melhor amigo (a)… Não é para olhar no seu celular! Pois é!

Conta-se nos dedos quem lembra o próprio numero; os avanços tecnológicos ocasionam um atraso em nossa evolução mental.

Parece exagero?  Analisem os jovens de hoje, e veja quanto conseguem ler um livro? Hoje a leitura é dinâmica, efetuada em textos online na internet.

O próprio Bill Gates previa isso, e dizia: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.”

Esse texto é um alerta a vocês jovens, e a vocês pais, que usam da tecnologia para se integrar aos novos avanços, que antes de mais nada devemos cuidar de nossas mentes, e de nossos costumes.

Devemos atentar a não descuidar da formação moral de nossa família, da formação intelectual de nossos filhos, ou no amanhã seremos como autômatos, dependentes deste ou aquele aparelho.

O incentivo a leitura, o uso do cálculo, o convívio “presencial” com o outro, são importantes para nossa formação como homem.