Trabalho e Organização

Como não refletir sobre o significado do trabalho em nossas vidas? O trabalho tem um valor indiscutível na sociedade moderna. Nossa identidade profissional sobrepõe-se muitas vezes à pessoal. Identificamos-nos pelas nossas profissões e pelas organizações nas quais atuamos. Nossa vida organiza-se em torno do trabalho e todas as demais coisas que fazemos parecem a ele subordinadas. Estudos, viagens, número de filhos e compromissos financeiros são planejados e executados a partir da premissa trabalho. Isto sem contar que grande parte do nosso tempo diário é consumida no trabalho, em deslocamentos para o trabalho e em intervalos entre os períodos de trabalho.

O trabalho rege a vida da sociedade como um todo e dos indivíduos em particular. O mundo do trabalho é a realidade dos indivíduos, e regula suas vidas, de suas famílias, das coletividades e das nações. A organização social baseia-se nas relações entre os indivíduos, com as instituições sociais e com o meio produtivo.

Desde os tempos mais remotos, o trabalho faz parte da vida humana. Inicialmente, por meio do trabalho o homem assegurava a sua sobrevivência, utilizando-se para isso da caça, da pesca, da disputa com outros homens e animais, da interação constante com uma natureza desconhecida e por vezes ameaçadora. Diversas coisas aconteceram desde então, permitindo ao homem estabelecer outro tipo de relação com a natureza, com o mundo e com os demais seres vivos. Suas capacidades de criação, inovação e adaptação possibilitaram criar outros vínculos com o trabalho e com seus semelhantes. Hoje, outros aspectos são considerados na relação do indivíduo com o trabalho, relacionados às questões de ordem material, pessoal, organizacional ou social.

Os Pedagogos Empresariais não podem ignorar esta realidade, sob pena de ignorar o elo que une os indivíduos às suas organizações e ao seu trabalho. O entendimento destas relações é fundamental para qualquer atividade educativa dentro da organização. São através destas reflexões sobre a realidade organizacional, sobre as relações entre indivíduo e trabalho, seus comportamentos dentro da organização, que nós pedagogos empresariais, poderemos subsidiar nossas ações.

6.1 ESTABELECENDO UMA BASE CONCEITUAL

Parece-nos importante primeiramente definir o que é trabalho. Podemos partir de uma visão mecânica, da física, que diz que trabalho é todo esforço para atingir um determinado fim. Neste contexto, trabalho parte de um objetivo, demanda energia, empenho e tem como efeito um resultado.

Segundo Carmo (1997, p.15), “podemos definir trabalho como toda atividade realizada pelo homem civilizado que transforma a natureza pela inteligência. Há mediação entre o homem e a natureza: domando-a ele o seu desejo, visa a extrair dela sua subsistência”. Neste conceito, o homem é um agente de transformação, e o trabalho a sua obra. A subsistência seria o objetivo e o fim da sua intervenção.

A etimologia poderá lançar algumas luzes para entendermos a forma como o trabalho é percebido ao longo da história. A origem latina da palavra, tripalium, significa um instrumento de três paus aguçados, não raro com pontas de ferro, utilizado para bater o trigo e outros grãos. E a tripalium se liga o verbo latim tripaliare, que significa torturar. Na origem percebe-se uma idéia de padecimento, de algo indesejado. E esta concepção de sofrimento, de dor, de tortura, perdura até hoje em algumas profissões e em algumas culturas, indicando que o trabalho não é algo ambicionado, bem-vindo ou gratificante.

Para completar o quadro, na tradição judaica, o trabalho é imposto como uma forma de o homem expiar o pecado original. Neste sentido, “comerá o pão com o suor do seu rosto” e a mulher dará origem à vida através do “trabalho de parto”, o qual vem acompanhado de muitas dores físicas. Com tais argumentos, fica difícil conceber uma visão positiva do trabalho, não é mesmo?

Continuamos investigando, e nos deparamos com a definição de Oliveira, (2001, p. 5), que nos diz que “Trabalho é a atividade desenvolvida pelo homem, sob determinadas formas, para produzir a riqueza”. Mas ele também nos ensina que esta riqueza não necessariamente é um objetivo primeiro, pois o que determina e valida o trabalho são as condições históricas. Neste sentido, o objetivo primeiro do trabalho é assegurar a sobrevivência. O regime econômico e social no quais as culturas estão inseridas é que estabelece as diretrizes para a produção e distribuição das riquezas, ou ainda para a acumulação de capital.

Com base nestas reflexões, nos encaminhamos para uma excursão ao longo da história, a fim de entendermos com maior clareza a atual centralidade do trabalho em nossas vidas.

6.2 EVOLUÇÃO DO TRABALHO AO LONGO DA HISTÓRIA

6.2.1 O trabalho nas sociedades primitivas

Nas sociedades primitivas, o homem está em fase de adaptação ao meio ambiente que o circunda. Precisa assegurar sua sobrevivência num mundo hostil e perigoso. Seus esforços são despendidos para manter-se vivo, e sua ação é voltada a proteger-se, buscar alimento e explorar o mundo em que vive. Seu intento é atender a necessidades vitais básicas.

Para as sociedades primitivas, o trabalho consiste em assegurar a própria sobrevivência, através da caça, da pesca, da coleta de alimentos, da busca de abrigo, de vestimenta e da defesa diante de situações perigosas.

Quando o homem começa a explorar a terra, a ter domínio sobre os animais que utilizará para corte ou tração, a caçar e a pescar, já vivendo em pequenas tribos, o trabalho passa a exigir a participação de todos, e o seu produto, a ser visto como um bem comum.

O trabalho passa então a organizar a vida da tribo, que precisa sistematizar as forças produtivas, utilizar sua energia e tempos livres na criação de novos instrumentos e no planejamento da produção. Note que neste período não havia uma divisão entre o tempo destinado ao trabalho e ao lazer. A necessidade de sobrevivência ditava o ritmo do trabalho.

Com a fixação do homem na terra e com a organização da vida tribal, surgem as questões relacionadas à produção, aos excedentes e à distribuição da riqueza produzida.

6.2.2 O trabalho na antiguidade

Na antiguidade existe um sistema de castas estabelecido, que dita a organização do trabalho e impede a mobilidade social. Na sociedade grega, a concepção de trabalho está ligada à atividade manual e é considerada indigna do homem livre, o qual se destinava à meditação e à fruição dos prazeres da vida. Data desta época a distinção entre o esforço mental e manual. Desta forma, o trabalho intelectual dos sábios é altamente valorizado e o trabalho manual, dos escravos, desprezado. Para os gregos, a prática material produtiva ocupava um lugar secundário.

Observe que o trabalho escravo era realizado por prisioneiros de guerra e por sujeição em função de dívidas. Acreditava-se que era indigno um homem que se entregava ao inimigo sem lutar até a morte. Em épocas de colheita, era comum a contratação de trabalhadores rurais, que recebiam remuneração em gêneros.

Os escravos eram utilizados para livrar os cidadãos das tarefas servis, permitindo à elite grega consagrar-se melhor à cidade, aos prazeres do corpo ou à investigação e à contemplação das coisas eternas do espírito (CARMO, 1997, p. 17).

Neste período surgem também as atividades artesanais, realizadas principalmente por mulheres e escravos, para atender a necessidades locais específicas.

Na antiguidade, o trabalho era executado somente por servos, pois era considerado indigno de homens livres, aos quais estavam destinadas as atividades intelectuais e de desfrute dos prazeres materiais.

Na Roma Antiga, existe uma clara divisão entre o patriciado, donos da terra, distribuída pelo Estado segundo a unidade de parentesco, e a plebe, a qual realiza atividade agrária em pequenos lotes de cultivo. Os patrícios, donos de grandes extensões de terra, dedicavam-se mais à pecuária. As atividades artesanais domésticas também ocupam um espaço importante neste cenário. Na antiguidade, aos filósofos e homens livres cabia o exercício intelectual.

6.2.3 O trabalho na idade média

Na idade média o trabalho tem uma estreita vinculação com a religiosidade e sua organização vincula-se fortemente às diretrizes da igreja. É sabido que a igreja tinha forte influência na manutenção da estratificação social. A concepção predominante é de que o trabalho exige sacrifício e desprendimento e que a docilidade para enfrentar as dificuldades físicas e materiais enobrece o espírito. Assim, o trabalho é procurado como penitência para os pecados da carne. Deveria proporcionar cansaço para o corpo e distração para o espírito, afastando-o de tentações demoníacas.

Na idade média, a ênfase do trabalho recai na expiação dos pecados e no combate à fraqueza da carne, prestando-se à manutenção da estratificação social.

A sociedade medieval, marcada pelas diferenças sociais, mantinha um modo de produção característico da divisão entre senhores e servos.

A idade média se organiza segundo o modelo de produção feudal. Nesse modelo as relações sociais caracterizam-se por rígida hierarquia entre os senhores – proprietários das terras – e os servos – aqueles que as cultivavam. A esses últimos cabia, em troca do trabalho, apenas a parte da produção necessária à subsistência familiar. Os servos deviam obediência aos senhores, mas, diferentemente dos escravos, possuíam direito à vida e proteção dos senhores em caso de guerra. À igreja, detentora do saber competia à manutenção dos princípios de obediência que regulavam essas relações (GONÇALVES; WISE, 1997, p. 22).

A vida nos mosteiros sugeria uma rígida disciplina de orações e introspecção. Parece ter surgido aí, segundo Carmo (1997) a obrigatoriedade moral do trabalho, independente da sua necessidade material, para ocupação da mente, de vez que a desocupação é inimiga da alma. Assim, os monges dedicavam algumas horas dos seus dias aos ofícios manuais.

Nas sociedades medievais, o ócio (ótium) aparece como um termo associado ao não trabalho, ao estar desocupado ou livre de uma obrigação. Neste sentido, estar ocupado significa negar o ócio, daí o termo negócio – nec-otium – conhecido até os dias do hoje.

Com a reforma protestante, o trabalho aparece como a base e a chave da vida. “Há uma ênfase de que a fé deve ser reforçada pelo trabalho” (CARMO, 1992, p. 27). Neste sentido, passa a ser exaltado o esforço pessoal e a dedicação ao trabalho, estimulando-se a poupança ou investimento do capital excedente obtido, condenando-se o desfrute de bens. Na idade média o trabalho servia para expiar os pecados da carne.

6.2.4 O trabalho na revolução industrial

Com o advento da revolução industrial o trabalho assume um sentido mais pragmático, sua importância se acentua e sua operacionalização modifica todo o sistema de produção e de acumulação de riquezas, bem como altera a vida das pessoas de uma forma profunda.

Frente à necessidade de que os operários operem as máquinas, aptas a produzirem em maior escala produtos industrializados, as relações assumem um novo formato e provocam modificações na vida do cidadão comum.

Um dos primeiros aspectos imediatamente observados é a aniquilação do artesanato e das manufaturas. Com as máquinas produzindo em larga escala, a produção manual fica destituída de sentido. O deslocamento dos operários, por sua vez, caracteriza um outro movimento, pois o trabalho artesanal era feito em casa ou na própria comunidade. Para trabalhar nas indústrias, os operários enfrentam longos percursos em transportes coletivos para chegarem até os locais de trabalho. Este aspecto afeta também a vida familiar e afasta os integrantes do convívio íntimo diário. O trabalho passa a ter um ritmo e um tempo pré-estabelecidos que determinem a vida do indivíduo.

No mundo industrial falta o vínculo entre o trabalho e o resto da vida. Para agir livremente deixa-se o tempo que sobra do trabalho. Assim se separa totalmente trabalho de lazer, de prazer, de cultura, de renovação das forças anímicas, que deverão ser buscadas no tempo que sobrar do trabalho (ALBORNOZ, 2000, p. 39-40).

No período da revolução industrial, há o aniquilamento das manufaturas e um deslocamento dos operários para as grandes indústrias, onde desempenham tarefas rotineiras e mecânicas.

A produção em larga escala, por sua vez, provoca a alienação do operário do sentido do seu trabalho. Sendo ele uma “peça da engrenagem”, tendo sua participação restrita a uma limitada etapa do processo produtivo, o operário não reconhece no conjunto da produção o seu trabalho, não sabe quem é o consumidor do seu produto, bem como não participa das decisões referentes ao processo de produção. Na revolução industrial o operário é uma “peça da engrenagem”. Exemplo: O filme – Tempos Modernos. Charlie Chaplin.

Os maiores problemas enfrentados nesta época referem-se às condições de trabalho, extremamente precárias e desfavoráveis. Acidentes de trabalho, ambientes insalubres, trabalham de crianças, jornadas de trabalho extensas e ausência de férias ou outros direitos trabalhistas são exemplos das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores das indústrias neste período. Os movimentos operários, após exaustivas iniciativas, conseguiram importantes conquistas nestes aspectos ao longo dos séculos XIX e XX.

A revolução industrial permitiu também um maior acesso a bens e produtos por parte de uma parcela maior da população. A produção em larga escala possibilitou a popularização de muitos produtos, que puderam ser adquiridos pelo cidadão comum. Por outro lado, multiplicou-se a oferta de novos produtos, criando novas necessidades de consumo, levando as pessoas a cada vez mais se sentirem obrigadas a ter um trabalho, como forma de acessar os produtos ofertados. Como afirma Albornoz (2000, p. 81), “as pessoas trabalham antes para poder consumir do que propriamente para produzir alguma coisa”. Esta nova ótica de verdadeira obsessão pelo consumo passa a influenciar as relações do indivíduo com o trabalho na atualidade.

6.2.5 O trabalho na atualidade

Na atualidade o trabalho tem assumido inúmeras facetas: pode ser fonte de sobrevivência para o indivíduo e sua família, pode ser fonte de ocupação do tempo livre; fator de mobilidade social; fonte de realização; de autoconhecimento; de prestígio; de realização social; de enfrentamento de desafios; etc.

A grande característica do trabalho na atualidade é a sua inquestionável necessidade e importância, a ponto de identificar o homem. “Para Marx a essência do ser humano está no trabalho. O que os homens produzem é o que eles são. O homem é o que ele faz” (apud ALBORNOZ, 2000, p. 69). O homem se vê humano enquanto ser produtivo, enquanto vinculado a um ofício e possuidor de uma identidade profissional. O trabalho lhe confere dignidade, estabilidade, status e vínculo.

O que se observa nos dias de hoje é um crescente endeusamento do trabalho e uma negação mais acirrada do ócio. A sociedade moderna ocupou-se de tal forma com o trabalho que por vezes os indivíduos sentem-se culpados em seus raros momentos de lazer, por não estarem produzindo. O ideal de produtividade imposto pelo modelo capitalista faz com que bens e serviços estejam sempre à disposição dos consumidores, criando novos turnos de trabalho e extinguindo os dias de descanso em comum (fins de semana e feriados). Por outro lado, num modelo de exaltação à produção, quem não trabalha ou está desempregado sente-se à margem da sociedade, por estar numa situação de dependência e de improdutividade. Como a regra é consumir, está também incapaz de prover necessidades diversas, criadas pelo modelo.

Através do trabalho o homem provê o sustento de si e de sua família, possível através da remuneração.

O trabalho possibilita ao homem sentir-se útil à sociedade, pois ajuda na produção de riquezas.

Pelo trabalho o homem pode conquistar estabilidade e constituir sua vida e sua família com certa previsibilidade.

Por intermédio do trabalho o homem pode externar seu poder criativo e sua capacidade de realizar coisas, desenvolvendo suas potencialidades.

Por meio do trabalho o homem se relaciona com seus semelhantes, conhece pessoas, exercita a convivência e cria vínculos.

Pelo trabalho, o homem desenvolve sua auto-estima, seu autoconhecimento e forma uma auto-imagem imagem positiva.

O ritmo acelerado das tecnologias de informação e comunicação, das novas descobertas, da disponibilidade de produtos e serviços em qualquer tempo e lugar criou novas formas de organização do trabalho, e novas relações foram surgindo. Hoje são comuns termos desconhecidos na história do trabalho, como workaholic e worklover. O primeiro, designa uma relação de dependência do trabalho, na qual o indivíduo vive em função de sua vida profissional, não deixando espaço a ser ocupado pelo lazer ou por outros tipos de atividades. No segundo caso, há uma relação de completude com o trabalho, o indivíduo dedicasse às suas atividades com prazer e retira do trabalho a satisfação pessoal que o auxilia inclusive nos demais âmbitos de sua vida. No entanto, talvez a atitude mais comum frente ao trabalho seja a da indiferença, onde o estímulo é a remuneração, indicando que o trabalho ainda signifique essencialmente sobrevivência.

6.3 OS SENTIDOS DO TRABALHO

Sendo o trabalho um fator tão importante na vida do ser humano, cabe identificar qual o sentido que representa para cada indivíduo em particular, a fim de estabelecer as diretrizes organizacionais para uma ação coordenada e coerente com os estímulos de seus funcionários.

Segundo Ketchum e Trist (apud MORIN, 2001, p. 10), o trabalho apresenta propriedades extrínsecas (condições do emprego) e intrínsecas (o trabalho em si). Nas condições referentes ao emprego, citam: um salário justo e aceitável; estabilidade; vantagens apropriadas; saúde; processos adequados. Nas condições do trabalho em si são elencados: variedade e desafio; aprendizagem contínua; margem de manobra, autonomia; reconhecimento e apoio; contribuição social que faz sentido; um futuro desejável.

Podem-se observar que os aspectos relacionados ao emprego são ligados ao atendimento das necessidades mais elementares do indivíduo como a remuneração, estabilidade financeira e empregatícia e condições de saúde, higiene e segurança no trabalho. Já os aspectos referentes ao trabalho em si dão conta de um valor social do trabalho, da atribuição de valor ao que se faz da possibilidade de aprendizagem e criação, do desafio e de uma perspectiva de futuro atraente. Os aspectos intrínsecos seriam, então, aqueles capazes de estimular o comprometimento dos trabalhadores.

Para Hackman e Oldham (apud MORIN, 2001), as pessoas atribuem sentido ao seu trabalho quando o consideram útil, legítimo e importante. Os autores elaboraram um modelo abordando três características:

* Variedade das tarefas: a ponto de estimular no funcionário o exercício de competências diversas;

* Identidade do trabalho: permitindo que o trabalhador execute uma atividade do início ao fim, podendo perceber no resultado final a sua contribuição;

*O significado do trabalho: que o trabalhador perceba a utilidade social do que é produzido pelo seu trabalho.

Segundo este modelo, um trabalho que consiga oferecer estas variáveis associadas à autonomia e feedback poderá despertar nos indivíduos estados psicológicos propícios ao desenvolvimento de uma atitude responsável e comprometida, obtendo como resultados forte motivação, alto desempenho, satisfação, baixo absenteísmo e rotatividade.

Para Morin (2001) um trabalho que tem sentido deverá proporcionar ao trabalhador:

* Uma proposta que faça sentido;

* Uma vinculação ética, que coincida com os seus valores pessoais;

* Autonomia para trabalhar e criar;

* Reconhecimento pelo trabalhado realizado;

* Relacionamento interpessoal valorizado através de uma boa convivência com seus colegas de trabalho;

* Ter prazer em realizar suas tarefas.

E para obter estes dados, para partir-se do concreto temos que ter uma visão global do estudo da organização para tanto é utilizado o Diagnóstico.