Uma análise e conscientização das problemáticas socioambientais em Itanagra-Ba, na agregação de valores sustentáveis, buscando a racionalidade ambiental como modelo de vida na comunidade de Curralinho / Escola Municipal Nova Curralinho com alunos da 4ª Série em 15/12/08.

O entendimento e diagnóstico da expressão alfabetização ecológica (CAPRA) na comunidade de Curralinho / Escola Municipal Nova Curralinho teve como objetivo implantar os princípios do viver social e sustentavelmente observando, refletindo e enfrentando a parte do contexto dos arranjos espaciais incorreto do universo, no uso da área ambiental, numa técnica de conscientização das desordenadas ocupações populacionais (rurais e urbanas), para comparar com o todo que integra nas ações e conseqüências da Natureza-Homem-Economia (tudo está ligado com a natureza), assim como, para analisar as dinâmicas da teia da vida, sendo então, essa implantação do novo paradigma ambiental interpretada diretamente como, contra as políticas exploratórias dos recursos minerais e vegetais inconsciente com o contato com a natureza, vista desde o tempo do Brasil Colônia, passando para os principais avanços técnicos científico do mesmo e a ideologia insustentável da necessidade do consumismo ao extremo globalizado contemporâneo que, mesmo na pequena comunidade de Curralinho, considerada como carente e predominantemente de subsistência, são também influenciado pelo o atual modelo errôneo lucrativo fechado e individual, que são os atuais pensamentos de segregação socioeconômico, insustentáveis como modelo de vida global e local, assim como, recusáveis como paradigma respeitador do equilíbrio da troca de energia natural entre a complexa atmosfera e, a densa litosfera com suas ramificadas peculiaridades em atividades individuais que estão obrigatoriamente integrado (em conjunto) dentro do sistema cíclico do feito, desfeito e refeito natural do planeta.

Neste caso, sendo, por conseguinte, a experimentação e reflexão da Alfabetização Ecológica nessa comunidade, como uma demonstração da realidade socioambiental através de exemplos estratégicos sistemáticos elaborados pelos estudantes acadêmicos e, portanto, uma revolta dos absurdos feita na Mata Atlântica e no seu domínio na área mais oeste da Região do Litoral Norte da Bahia, doutrinando indivíduos desde cedo e, almejando uma corporação das atitudes do ser individual que influenciará o coletivo esclarecido e, sobretudo, é também, uma grande valorização em paradigma das políticas de Unidade de Conservação (UC), Reservas Extrativistas (RESEX), de ONGs ambientais (SOS Mata Atlântica, WWF, Greenpeace etc.) e, principalmente, valorização nos saberes tradicionais remanescentes culturais da comunidade, pois são sustentáveis na perspectiva do pensar-ação ambiental nobre, consentida a partir da graduação de valores no entender e famializar o todo pela a parte.

Contudo, com as exposições organizadas pelos estudantes de graduação, a monitora, a professora coordenadora junto com a comunidade, na união de melhor entender a saga da destruição da Mata Atlântica e encaminhar (estruturar) as respectivas soluções dos problemas identificados em pequena escala (na localidade) e, na macro escala no viés do paradigma de crescimento sustentável, as análises dos variáveis tipos da origem dessa destruição estão encontrada nas formas e construção trabalhista, isto é, nos meios de relacionamento socioespaciais econômicos e financeiros, nos trabalhos de subsistência informal ou formalmente remunerados de atributos não ecológicos, na implantação de indústrias internacionais e nacionais mercenárias, no crescente setor mobiliário e hoteleiro que se aproveitam da péssima educação ambiental, nas obras públicas faraônicas mal planejadas, até mesmo, no lazer diário alienado, que contribuem nas tentativas de consertos ambíguos e tendenciosos: das monoculturas catastrófica, à exemplo, a colocação do cultivo do eucalipto que encadeiam em notáveis decrescimento e impactos hídricos, minerais e vegetais onde se fixa, pois, juntos são frutos da racionalidade econômica insustentável que resultam e resultaram em significativas perdas ecológica (num viés econômico preservacionista) da biodiversidade (fauna e flora) das principais florestas que, nesse sentido, à princípio, trouxe como frutos a pequeno prazo, significativas notações críticas nos alunos (alunos da 4ª Série) para superarem os desequilíbrios da realidade em que vivem, ratificando a atual situação e origens dos desmatamentos da Mata Atlântica, pois se baseia numa ignorância e negligência da harmonia social do real desenvolvimento civilizatório e progressista buscado pelas pessoas esclarecida.

Então, a observação da especificidade geográfica da Mata Atlântica com o esse novo paradigma “Visão Ecológica” ou “Ecologia Profunda” alcançará resultados significativos a longo ou médio prazo, pois é considerado com um desafio em paradigma, por causa da forte acomodação da cidadania e a dificuldade de abraçar (aceitar com facilidade) uma mudança e, por contrapartida, as facilidades de expansão da racionalidade econômica, causadora da perda da biodiversidade da Mata Atlântica que não está presa as delimitações territoriais de Estados, isto é, para crescer o movimento de ensino e aprendizagem através da Alfabetização Ecológica, na analise de algumas comunidades e, suas respectivas formas de produção, manutenção da introdução para assimilação nos meios: educacionais, caprinos em área rural, higiene na produção alimentar, indicamos que estão inseridos no modelo da má educação ecológica. Diagnosticamos que são os frutos das tendências previsíveis do modelo insustentável consumidor capitalista que inseri uma degradação com o meio ambiente.

Sendo assim, o entendimento de alfabetização ecológica nessa comunidade, com os alunos da 4ª Série, foi muito aproveitador, pois com as dinâmicas e dramatizações lúdicas alcançamos nosso objetivo de conscientizar os mesmos, numa reflexão crítica das questões socioambientais, na formação de cidadãs instruídos com a “casa maior”, que atuem responsavelmente na superação de desequilíbrios da realidade em que vivem (na localidade), dando exemplo para as práticas nacionais e globais.

Enfim, está contextualizado neste paradigma vindo como uma alfabetização ambiental na comunidade de Curralinho / Escola Municipal Nova Curralinho com alunos da 4ª Série Itanagra-Ba, como uma busca racional de uma cidadania disciplinada e alfabetizada numa perspectiva ecológica que, no momento, é inconveniente com as atividades lucrativas competitiva, mas, no entanto, sendo implantada subterraneamente pode resultar como uma estratégia / tendências positiva dentro das atitudes imprevisíveis do homem: influenciador do meio ambiente.

Onde é necessário praticar sucessivamente, isto é, experimentar as boas ações no ambiente (maior contato com a natureza) de forma natural e divertida, para então, crescer a atividade em comunidade de esclarecidos com as futuras tendências de transformações e impactos ambientais, para transformar / converterem em um novo paradigma de “Alfabetização Ecológica”, para então, no intuito de alto-preservação do ser humano e dos recursos ambientais para o mesmo, evitar efeitos mais catastróficos. Então, é necessária forma pessoas conscientes com a mudança ambiental, a atmosfera, a temperatura, e a pressão atmosférica, assim mesmo, com a umidade relativa e as transformações / mudanças do clima pela ortodoxia humana. Pois, é necessário para essa ideologia florescer dentro de um sistema tradicional insustentável. Desenvolver uma leitura crítica sobre a realidade, sobre os modelos de desenvolvimento que se apresentam, a partir de uma abordagem sistêmica, isto é, daquela que concede o mundo como uma teia, uma rede dinâmica de trocas de energias, de relações e, sobretudo, uma cadeia / rede entendida que nada acontece por acaso, toda ação feita com a natureza é, respectivamente, afetado no clima, nas atividades humanas, que terão resposta / resultado profundos, sabendo que para mudar / desafiar os paradigmas insustentável, almejando um modelo mais sustentável dentro dos domínios ambientais que, existirá a prática constante desse estilo de vida.

Sendo assim, não podemos entender o contexto da mensuração e integração dos problemas globais, regionais e locais enfrentados pela humanidade isoladamente. Mas, sim onde coloca a proposta da alfabetização ecológica como paradigma e, principalmente, como filtradora desses problemas em ascensão, de forma e solução mais possíveis sustentada na educação, na alternativa de respeitos ambientais e climáticos, onde as únicas soluções possíveis não são da ideologia falha da “natureza intocada”, mesmo que aparentemente utópica, devido às previsões do homem no capitalismo.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

CAPRA, F. Alfabetização ecológica: o desafio para a educação do século 21. In: TRIGUEIRO, A. (Coord.). Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

CAPRA, F. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 1982.

Feito por Rafael Brito dos Reis

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