Mudança & Transformação

Parece que as duas palavras, mudança e transformação são similares. E são, bastante similares mesmo. Principalmente no tocante ao mundo empresarial corporativo.

Toda transformação gera uma mudança mas nem toda  mudança gera uma transformação.

Uma mudança de política de relacionamento com clientes pode gerar transformações de comportamento dos funcionários e também dos próprios clientes trazendo benefícios mútuos, mas, caso esta nova política não seja muito bem entendida e “vendida” ao cliente interno (funcionários) a sua tendência é de ser apenas uma mudança, sem realmente transformar, para melhor.

A competência em alterar conceitos firmados em experiências de sucesso em diversos anos, ou décadas, por uma determinada organização, deve, primeiramente, ser aceita e compreendida pelos gestores, ou seja, pelo empreendedor e a equipe administrativa, para só após, devidamente testada, alterada para o fim específico da organização, e aprovada,  ser implementada aos demais membros.

Pendente do tipo de mudança, o processo pode ser de curtíssimo prazo, 30 a 90 dias, como até mesmo de longo prazo, 24 meses ou mais, tendo em vista o porte, tanto da mudança quanto da organização.

O conceito de “mudança” pode ser visualizado sob diversos aspectos, ou seja:

a) Mudança física propriamente dita – Alteração do lay-out de escritórios, fábricas, linhas de produção…

b-) Mudança comportamental da organização em relação às políticas de produção, entrega, venda, compras, relação com fornecedores, clientes, comunidade…

c-) Mudança de critérios internos para avaliação, promoção, treinamentos, contratação, dispensas…

 

Todas as mudanças, “a priori” devem gerar transformações benéficas para o maior número possível dos envolvidos no processo, geralmente, para a organização em si, para seus funcionários, para a comunidade, clientes, consumidores e fornecedores. Lógico que, não necessariamente, nesta ordem.

 

Algumas organizações quando no auge do seu desenvolvimento, aqui incluindo-se desde a mais humilde oficina mecânica, bar, restaurante ou loja de roupas até mesmo aos maiores conglomerados multinacionais, praticamente “estacionam” suas forças produtivas para o desenvolvimento de ações geradoras de alterações organizacionais e comportamentais, iniciando-se, daí então, a curva descendente para a finalização de seus objetivos, ou seja, a morte inexorável de seus produtos ou serviços e, por conseqüência, a morte da própria organização.

A mudança, o treinamento, a busca de soluções, a criatividade, a perseverança – e não a teimosia – deveria ser parte integrante de qualquer empresa, seja ela pública ou privada.. De qualquer curso empresarial.

A sua empresa age desta forma? Propõe soluções aos cliente externos e internos? É criativa?

Ela MUDA e TRANSFORMA para melhor ou somente MUDA?

 

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