A EMPRESA E UM “NOVO TEMPO”

Estamos vivendo mudanças profundas em escala mundial, de ordem tecnológica, sócio-comportamental, estrutural e institucional, e não constituem fato localizado ou fortuito.

Sobre essa realidade, surge a necessidade urgente de adaptação das empresas, e conscientização dos dirigentes empresarias de que, a cada dia, estamos em um ¨NOVO TEMPO¨, vivenciando os inumeros desafios que essas MUDANÇAS nos proporcionam.

Em epocas anteriores, tínhamos, como hoje,  mercados em crescimento, com competidores principiantes e condições favoráveis, permitindo que muitas empresas sobrevivessem e ate crescessem, como cresceram, sem grandes exigencias de desempenho.

Terminado o tempo das ¨vacas gordas¨, as empresas tiveram que encarar a dura realidade da ¨sobrevivencia atraves da competencia¨, e infelizmente ainda hoje, vemos dirigentes sem a mínima consciencia dessa realidade, e da necessidade urgente de reformulação de suas estruturas organizacionais, e por isso estão pagando duras penas por falta dessa visão.

A cada dia temos um mercado mais competitivo e um consumidor mais exigente, requerendo das empresas produtos e serviços de melhor qualidade e menor custo e exigindo mundanças profundas em seus modos de gestão.

Nesse contexto, evidencia-se a importancia dos RECURSOS HUMANOS nas organizações empresariais. Só sobreviverão/vencerão as que tiverem a capacidade de mobilizar seus recursos humanos, de criar empatia e  um ambiente de confiança que desperte nas pessoas: sua inteligencia, seu poder criativo, seu espirito critico, seu desejo de crescimento e/ou realização, sua preocupação com a qualidade, seus sonhos, enfim sua riqueza e diversidade humana. O homem é o AGENTE de tudo que ocorre nas organizações; é o manipulador dos recursos materiais, fisicos e financeiros; o operador dos equipamentos; o executor de todas as tarefas, enfim, o SOLUCIONADOR ou CAUSADOR de todos os problemas, e dele depende o SUCESSO ou o FRACASSO das empresas.

Sendo o Recurso Humano o fator mais importante, merece maior atenção por parte dos dirigentes, seja atraves de treinamento e profissionalização, de oportunidades de desenvolvimento de suas potencialidades, de bom ambiente de trabalho, de reconhecimento por seus meritos e crescimento por seus resultados, de confiança para expressar seus pensamentos e sentimentos sem temer nem se preocupar com os melindres e vaidades de seus lideres, enfim, de sentir-se util, participativo e importante dentro das organizações.

Para vencer essa ¨Maratona¨ onde o fator competencia é fundamental para definir os vencedores, podemos concluir que, seja qual for o ramo de negócio, somente as empresas mais ¨enxutas¨ , eficientes e que valorizam seus recursos humanos,  sobreviverão e continuarão crescendo e gerando riquezas.