Mantenha-se Informado Sobre Doenças Ósseas

Quando citamos doenças ósseas, estamos falando da osteoporose ,que significa, literalmente, ossos porosos e ocorre quando a densidade do osso se deteriora ate o ponto de os ossos não mais suportarem o peso corporal. As etapas iniciais não são acompanhadas de qualquer dor ou sintoma, e muitas das vezes, uma fratura óssea é o primeiro sinal do problema. As fraturas mais comuns acontecem na coluna vertebral, quadril e punhos. Quando os ossos se tornam progressivamente mais fracos, dor lombar, perda de peso e alteração da postura podem ocorrer. Estima-se que a perda óssea depois dos 40 anos seja de 1 a 3% ao ano, de modo que por volta dos 60 anos esse ladrão silencioso pode ter roubado até 50% da massa óssea total.

Desde o momento do nascimento, nossos ossos apresentam um ciclo contínuo de remodelamento, destruindo as células antigas e produzindo novas células. Isso é feito à custa de células especiais, os osteoclastos (que consomem o osso velho) e os osteoblastos (que produzem novas células ósseas). Entretanto, por volta dos 40 anos, este ciclo começa a desequilibrar, e começamos a perder mais osso do que podemos produzir. Esta doença está longe de ser inevitável, e várias estratégias podem manter os ossos fortes e saudáveis incluem exercícios regulares e doses adequadas de cálcio, magnésio, boro, zinco, vitamina C e vitamina D. Algumas comunidades não apresentam perda óssea aparente, mesmo depois da menopausa.

2. Cálcio

Todas as vezes que pensamos nela, pensamos em tomar suplementos de cálcio. Embora isso seja em parte verdadeiro, há muito mais a ser feito. O equilíbrio de cálcio no corpo depende de muitos fatores e os indicados a seguir impedem sua absorção: falta de magnésio, falta de exercício, falta de ácido no estômago, muita proteína, muito estresse, muito café. Alguém com uma ingestão relativamente pequena de cálcio, mas nenhum desses problemas pode ter uma estrutura óssea melhor do que alguém que esteja consumindo cálcio suficiente mas apresenta muitos dos fatores relacionados.

3. Leite

Muitas pessoas acham que precisam de leite por causa do cálcio. Mas, de onde você acha que a vaca tira o cálcio? Pois é, dos vegetais, da grama. Aliás, essa mania de achar que o colesterol é o problema tem aumentado o consumo de leite desnatado, isto é, sem gordura. E para absorver o cálcio, precisamos da gordura. Isto significa que o leite desnatado é uma mera fonte de carboidrato e proteína. Ok, proteína é bom, mas não a proteína do leite, pois 80% dela está na forma de caseína, uma substância grudenta que é usada na base das colas. Por isso o leite é retirado da alimentação de crianças e idosos com problemas respiratórios. Além disso, o leite de vaca não contém magnésio e mantém o pH do estômago alcalino o que impede a absorção do cálcio, as proteínas do leite de vaca são fermentadas por bactérias no intestino acidificando o meio impedindo a ação do cálcio, e por fim, o leite torna o pH sangüíneo alcalino, necessitando de mais cálcio para equilibrar esta acidez,e busca nos ossos o cálcio que está faltando.

4. Faça o Teste

O exame mais adequado para avaliar a densidade óssea é a densitometria óssea (ou densiometria óssea). É um exame simples, indolor e não-invasivo. Outros exames como a ultra-sonometria óssea e a tomografia computadorizada quantitativa são outras opções.

5. Explore a Conexão Hormonal

Esta doença tem sido mais associada às mulheres devido a uma relação direta com a menopausa. Apesar de muitos médicos acreditarem que a causa está na baixa de produção de estrogênio, a progesterona parece ser fundamental na manutenção da densidade óssea. Quando as mulheres entram na menopausa, seus níveis hormonais caem significativamente. Mas, o estrogênio estimula os osteoclastos, enquanto que a progesterona estimula os osteoblastos. O que tem ficado claro para os cientistas é que, na menopausa, a mulher pára de ovular e não produz mais progesterona, embora o corpo produza pequenas quantidades de estrogênio. Assim, há um excesso relativo de estrógenos em relação à progesterona, precipitando a osteoporose. Por isso, a suplementação com progesterona aumenta a densidade óssea quatro vezes mais do que com estrogênio. Nesses casos, a terapia de reposição hormonal com progesterona natural (em creme, e não por via oral) pode ser a resposta, mas precisa ser criteriosamente avaliada por seu médico para que ele possa indicar o melhor nível hormonal adequado para você.

Consulte seu médio ou farmaceutico para mais informações e faça exames com frequencia para previnir este mal.