O Coração Artificial – Tema de Monografia e TCC de Medicina

Este é um tema de monografia e tcc, desde a Medicina até a Física biomecâmica.

O primeiro transplante de coração foi realizado em 1967. Desde aquele momento, descobriram-se técnicas cirúrgicas e medicamentos para reduzir o risco de rejeição.

Em 1982 foi implantado o primeiro coração construído pelo homem, sendo que o paciente viveu quase quatro meses com a prótese. Já o paciente que conseguiu sobreviver mais tempo com um dispositivo mecânico, sobreviveu 620 dias. Ambos os aparelhos se mantinham unidos por cabos a uma máquina externa, não tinham autonomia e requeriam uma série de aberturas na pele, o que debilitava ainda mais as defesas do paciente.

O coração artificial é um dispositivo de plástico e titânio, que pode durar em funcionamento até 10 anos, com uma autonomia que permite aos pacientes, manter uma vida quase normal, sem necessidade de conexões a maquinaria externa. Diversos artigos científicos são escritos sobre a otimização funcional de corações artificiais.

O novo coração artificial não bate como um coração real, diferentemente dos corações criados anteriormente. Pode durar até 10 anos em funcionamento sem apresentar complicações, a diferença dos outros que tinham uma vida útil de 2 anos, devido à quantidade de peças mecânicas que possuíam.

De acordo com uma monografia de medicina elaborada, este coração foi implantado pela primeira vez em um ser humano em julho de 2001, Estados Unidos.

A criação de um substituto mecânico do coração ou “coração artificial” é, juntamente com o “transplante de coração”, um dos grandes objetivos da cirurgia cardíaca moderna.

O principal obstáculo à realização de tal projeto é a dificuldade para encontrar um material de revestimento interno desta bomba artificial e um tipo de válvula que reduza ao mínimo os fenômenos de tromboses e sobretudo de hemólises que se registram quando o sangue circula durante muito tempo em contato com superfícies “não biológicas”. Por tal razão os únicos corações artificiais que até este momento acharam aplicação clínica são os corações artificiais parciais, mecanismos que não se propõem substituir totalmente a ação contrátil do músculo cardíaco, senão uma melhor cura do coração deixando-lhe descansar.

Definição do coração artificial

Toda monografia ou todo TCC que aborde a biomecânica cardíaca deverá definir o que é um coração artificial. Este é uma prótese que é implantada no corpo para substituir o coração biológico.

O tamanho do coração artificial é similar ao de um grapefruit e pesa cerca de um quilo. É um aparelho autônomo, pois funciona com uma bateria aderida à pele, o que permite ao implantado realizar uma vida quase normal, com certa autonomia de movimentos. Não requer então conectar-se a nenhum dispositivo extracorpóreo, como os corações anteriores da década de 80.

Este modelo foi provado em animais bovinos. Seu motor interno lhe permite mover uma bomba hidráulica que faz circular o sangue com ritmo regular. As válvulas foram desenhadas especialmente para evitar problemas de coagulação e/ou problemas de retenção.