” O FEMINISMO E A MORAL FEMININA “

O  FEMINISMO  E  A  MORAL  FEMININA”

Os primeiros movimentos de emancipação feminina datam do século XVIII. As primeiras mulheres que apresentaram movimentos de contestação utilizaram-se de romances e artigos jornalísticos para exprimirem e expandirem as suas idéias de independência, frente à dominação masculina. Foi nessa época que Mary W. Shelley escreveu o seu livro “Defesa dos Direitos da Mulher”, dando início às aspirações de liberdade e igualdade das mulheres. O grande problema é que confundiram liberdade com libertinagem e, igualdade, com imitação grosseira dos vícios masculinos.

Voltando ao passado, foi uma mulher, a rainha Vitória, da Inglaterra, que fez retroceder por muito tempo os sonhos femininos de emancipação. Curiosamente, uma das coisas que as feministas modernas não contavam foi com a desmoralização de seu movimento (mais separatista que liberatório) pelas próprias mulheres. Não, por uma só, como o fez a soberana inglesa; mas, por quase todas as mulheres atuais. Diferentemente da rainha Vitória, que usou a força bruta para abortar as aspirações de liberdade das mulheres de sua época; o sonho de emancipação da mulher moderna se tornou um fiasco por suas próprias mãos. Dizendo melhor, por seu próprio corpo. Paradoxalmente, ele vem sendo utilizado como via de libertação; tornou-se sua prisão.

Sem dúvida alguma, a mulher, pelo menos a maioria delas, tornou-se veículo da sua desvalorização, desmoralizando o princípio básico do feminismo, que é o da libertação do “jugo machista” e, do dito “domínio do homem sobre a mulher”.  “Emancipada” e “libertada”, a mulher pode competir com o seu rival masculino na escolha e exercício profissional; no livre arbítrio, na sexualidade sem peias e sem tabus e em diversos outros comportamentos mais masculinizados. Mas, parece que elas obtiveram mais desvantagens que lucros, nessa campanha libertatória, de quase dois séculos de lutas reivindicatórias. O balanço das suas conquistas não é lá muito animador e compensatório.

As mulheres estão exercendo com graça e competência quase todas as profissões e atividades na sociedade. Comportam-se pública e privadamente da forma que lhes vem na “telha”. Vestem-se e se despem (esta, com maior freqüência) do modo que quer ou obedecendo ao modismo do momento; participam da política, promovem e lideram movimentos reivindicatórios, policiam as cidades, controlam o trânsito, dirigem qualquer espécie de veículo, preparam-se para a guerra nas Forças Armadas, chefiam empresas estatais e particulares, evidenciam-se nas artes, na literatura e na ciência.

Adquiriram o “direito” de falar palavrões, usarem palavras chulas e gírias degradantes, sem qualquer inibição (antes restrito aos homens degenerados e de baixo nível mental); ganharam a “liberdade” de fumar,embriagar-se e drogar-se se, pudor algum; de usar roupas masculinizadas,etc. Para afirmarem mais a igualdade com os seus antigos opressores, muitas apresentam uma postura bem liberal no andar, no trânsito quando dirigem com freadas bruscas e barulhentas, mostrando gestos obscenos e palavras de baixo calão para os outros motoristas; no agredir, no conversar e no sentar-se; tomam a dianteira do homem no comportamento sedutor, no convite ao ato sexual, criando o termo “fazer amor”, referindo-se ao coito; como se o amor se reduzisse apenas ao ato carnal.

Ganharam, também, o “sagrado direito” de ir e vir a qualquer ambiente e à qualquer hora, do dia ou da noite ; de relacionar-se sexualmente com qualquer parceiro ou parceira. Cada vez mais elas se exercitam em academias de ginástica, ganhando músculos, tal como os homens (identificando-se com o “agressor”); conseguiram ridicularizar, de forma acintosa, as suas companheiras menos compulsivamente erotizadas, celebrando como uma grande vitória e triunfo, a quebra precoce da virgindade, como se o hímen fosse uma criação dos homens, um entrave pejorativo que a genética deve modificar! São ridicularizadas as poucas mulheres que ainda não foram condicionadas pela permissividade dos exemplos e ensinamentos das novelas, filmes, revistas, jornais, internet, etc.

Conseguiram arranhar com profundidade a feminilidade, difundindo a idéia de que ser feminina é sinal de pieguice e fragilidade; ao ponto de rejeitar e abominar algumas atitudes de cavalheirismo (ser “cavalheiro”,hoje em dia,é só entre aspas mesmo) , gentileza e afeto de alguns poucos homens educados. Abrir a porta, afastar a cadeira ou ofertar-lhes rosas  a muitas mulheres,hoje em dia, é sinal de “machismo” e tentativa de enfraquecer o sexo feminino, que , agora, é o sexo forte (até nos músculos!).

Entretanto, todas essas “conquistas” acarretaram muitos efeitos colaterais nocivos e negativos, pois um grande número delas foi obtido à custa da saúde feminina e de um nivelamento mental por baixo. Isto é, imitaram alguns dos piores e mais negativos  comportamentos masculinos; aqueles típicos de homens mentalmente deteriorados e degenerados. O próprio termo “machismo”, criado pelas feministas para rotularem os indivíduos dominadores e alvo do seu ataque (delas) inicial, nada mais é que um sintoma de desequilíbrio, pois uma pessoa que busca dominar outra, demonstra insegurança e imaturidade.

O relacionamento entre um homem e uma mulher normais, deve ser baseado na cooperação, compreensão e entendimento mútuo; e, não em dominação. Por isso, as feministas iniciaram a sua “guerra” de libertação tendo como alvo e símbolo uma patologia mental masculina. Não se elimina um distúrbio neurótico com outro distúrbio semelhante. Seria o mesmo que neurotizar, previamente, um psicólogo para que ele curasse um paciente neurótico. Do mesmo modo as mulheres correm o risco de se tornarem machistas, ao lutarem contra o “machismo”.

Quando assimilaram e usaram determinados comportamentos, pouco recomendáveis, dos homens; as mulheres não obtiveram muita admiração dos homens verdadeiros. Muito pelo contrário, elas chamaram atenção daqueles que as feministas mais combateram: os “machistas”! Isto é, dos indivíduos do “baixo escalão” da evolução cerebral; dos falsos “moykanos”, de cabelos eriçados e cabeças ocas que as atacam com quintas intenções e tocam fogo em humildes índios e pobres miseráveis que dormem nas ruas. Fizeram elas, como fez aquela pessoa que deu muitos tiros no escuro e acertou no dedão do pé.

Por uma grave falha logística, as mulheres iniciaram a sua luta de emancipação, como já falamos acima, imitando o que é de pior do comportamento do sexo masculino. Deveriam, isto sim, ter procurado se igualar ou superar os homens nas atividades superiores do cérebro e da mente que dignificam os Seres Humanos ( a inteligência, o bom senso e a razão)e  que nos separam e nos distinguem dos demais animais, principalmente das cobras,lagartos,mulas e suínos. A atividade sexual, onde mais desastradamente se embrenharam é natural e peculiar a todos os demais seres vivos, que, por sinal, sabem desempenhá-la muito bem, há bilhões de anos, sem qualquer seqüela negativa; pelo menos, nunca se ouviu falar de algum irracional com problemas de ejaculação precoce, gravidez indesejada, aborto, assassinatos de seus fetos ou embriões, frigidez, impotência, depressão sexual, toxicomania e outros tão comuns entre os humanos erotizados precocemente.

Os resultados da competição mulheres x homens, é a imitação grosseira de muitos comportamentos deteriorados do sexo masculino. Vemos, com freqüência mulheres, principalmente as mais novas em idade, sofrendo de doenças até então típicas dos homens, como infarto, cirrose, complicações pulmonares, estafa, estresse, cânceres e outras, em decorrência do fumo, das bebidas e das noitadas insones. Os distúrbios mentais neuróticos e psicóticos incidem mais nas mulheres atuais. A depressão por rejeição (paradoxalmente pela rejeição dos antes taxados de “machões”) passou a liderar o rol de conflitos psíquicos que levam mais mulheres que homens, ao tratamento psicoterápico.  Um dos mais graves dilemas femininos é ter se tornado a mulher, um objeto sexual. E, isto, é o que mais temiam as feministas. Tanto expuseram seus corpos para todos os homens do mundo, que a maioria deles passou a avaliar a mulher por seus traseiros e dianteiros.

Infelizmente, para essa maioria de indivíduos, principalmente para os “moykanos”(“moykanos” são esses indivíduos imaturos de cabelos arrepiados e cabeças ocas, que costumam tocar fogo em índios desacompanhados e em pobres mendigos que dormem nas ruas, que espancam e matam com pauladas,chutes, tiros e pedradas os inocentes transeuntes que encontram pelas ruas,etc.); repetindo, infelizmente para a maioria dos homens, a mulher vale por seus seios e nádegas.  Quando estes falam do sexo feminino, levam em consideração as suas protuberâncias e reentrâncias; ou seja, julgam a mulher pelo formato do seu corpo.

Quando a mulher liberou a visão e a imagem do seu corpo para o público em geral, ela pensava com isso atrair a maior atenção do homem, tentando não só o acasalamento natural e biológico (como qualquer animal), como também obter vantagens financeiras, como por exemplo, atrair parceiros ricos que lhe proporcionassem estabilidade econômica, segurança e conforto, competindo, com o seu corpo, com as demais mulheres. Isto, de fato aconteceu, pois muitas delas que se sobressaem por suas belezas físicas, se acasalam com homens ricos, famosos e poderosos. Entretanto, este  tipo de união baseado em interesse estético (por parte deles) e material (por parte delas), não garante a estabilidade conjugal, resultando,não raro, em fracasso matrimonial e separações, embora,financeiramente, elas obtém algum lucro com a separação dos bens do casal litigante. Parece que a beleza corpórea atrai, mas não significa estabilidade amorosa.

Com a liberação do corpo feminino à volúpia voraz de bilhões de homens do mundo inteiro ( a maioria deles mentalmente desequilibrada) , ocorreu uma exagerada e doentia competição por cada centímetro quadrado da pele da mulher que pudesse ser desnudado por elas mesmas e pelos comerciantes do sexo e da pornografia variada, notadamente pela televisão,revistas,filmes e pela Internet. O mais arriscado nesse exibicionismo público do corpo feminino, é que bilhões dos seus expectadores são vorazes e perigosos degenerados e maníacos sexuais,  aptos para atacarem as “chapeuzinhos-vermelhos” que cruzarem os seus caminhos nos “bosques” escuros de qualquer cidade do mundo.

Quando grande parte das mulheres tirou a roupa para o mundo, atraindo em  demasia e perigosamente os olhares e intenções ( não muito castas e sadias) de todos os homens, desde marginais mais ferozes e canibais empertigados, até aos mais castos e decorosos cidadãos britânicos. Houve um despertar impulsivo e erótico em uma gama de desajustados com graves riscos em potencial para elas mesmas: as alegres e inconseqüentes exibicionistas estéticas. Quando os homens viram tantas mulheres bonitas (por fora) e fisicamente atraentes, a lhes mostrarem as suas saliências, com o triângulo e seus ângulos agudos, retos e obtusos; nas ruas e nas poses eróticas e lascivas em revistas, cinema, teatro, televisão, internet, jornais, etc., eles ficaram impulsivamente erotizados e potencialmente perigosos.

Qualquer mulher bonita, famosa ou não; rica ou pobre e de qualquer cor, está a disposição, real ou virtual, de qualquer  criança,adolescente,maduro,idoso e outros; em qualquer banca de revistas, na televisão, nos vídeos,no cinema, no teatro, na internet e outros meios de comunicação. As poses dessas mulheres ali expostas são as mais variadas e abjetas possíveis. Mulheres com mulheres; mulher com um, dois ou mais homens; mulheres copulando com diversos tipos de animais, como cachorros, bodes, cavalos, touros e até com porcos, são vistas com abundância, gratuitamente, em muitos vídeos na Internet, à disposição de qualquer terráqueo avisado ou desavisado.

Vendo essas tão grotescas imagens da depravação feminina, logicamente muitos indivíduos irão considerar a mulher como meros objetos descartáveis de prazer. E o que dizer dos indivíduos doentes, maníacos, marginais e tarados de toda espécie e ordem, que se condicionam com tais imagens de erotismo vulgar e sexo degenerado, protagonizadas por mulheres do mundo inteiro que freqüentemente se exibem? Na Internet, nos sites de procura, milhões de mulheres de toda nacionalidade, cor, idade, tamanho, beleza, deformadas, obesas, anoréxicas, esqueléticas, etc., estão à disposição a todo segundo para qualquer vivente, em poses e em posições de degeneração sexual, relacionando-se com objetos, com homens, com outras mulheres e com dezenas de espécies de animais quadrúpedes. O que devem pensar e “maquinar” a nossa festiva garotada que os pais deixam “ficar” à vontade, ao seu “bel-prazer” e ao “deus-dará”? O que pensarão os bilhões de imaturos e moykanos condicionados, hipnotizados, drogados e entesados, após verem tais animalidades femininas!  Com toda a certeza, serão impulsionados a imitarem, por seus Inconscientes desestruturados, condicionados e transtornados pela visão dos milhares de imagens doentias do sexo degenerado. Provavelmente irão querer por em prática tais animalidades com a primeira mulher que encontrarem pela frente.

Rezemos para que eles não encontrem pela frente, as nossas esposas, filhas, netas e amigas!!!  Sabemos que a atividade sexual é inicialmente estimulada pelo desejo que é criado através dos cinco sentidos, principalmente pelo que enxergamos. Em seguida, em fração de segundo, entram em cena os mecanismos internos do Inconsciente Cerebral que vão reger todo o comportamento que o indivíduo vai praticar. Esses impulsos Inconscientes vêm  de uma importante estrutura que é o Hipotálamo (assunto já sobejamente tratado por nós, há décadas, em trabalhos publicados). Essa diminuta área cerebral, peculiar aos mamíferos, é composta de vários núcleos de neurônios responsáveis pelas atividades fisiológicas e emocionais de fundamental importância para a vida vegetativa e de relação (social).

Há núcleos hipotalâmicos que controlam o sexo, a agressividade, a fome, a sede, a temperatura, o ritmo cardíaco e outros. Esses núcleos, assim como as demais estruturas cerebrais, são ativados por impulsos eletroquímicos gerados, principalmente, por estímulos do mundo exterior, a fim de dotar o indivíduo de comportamentos adequados à sua vida e as dos demais seres vivos. Como esses núcleos hipotalâmicos estão condensados num espaço muito restrito e compacto, é de se esperar que a ativação (eletroquímica) de um deles provoque uma ressonância elétrica nos núcleos vizinhos. Assim, quando um núcleo que comando um determinado comportamento quando está ativado; pode influenciar o núcleo vizinho que comanda outro comportamento que pode ser antagônico ao primeiro ativado ( esta é uma hipótese que há décadas vimos  expondo). E, isto, é o que nos mostram diariamente os meios de comunicação e vemos  na prática clínica, quando estão associados o sexo e o erotismo à agressividade.

Amor e ódio caminham juntos desde os primórdios da humanidade, bem como, diversos outros comportamentos ambivalentes e contrários. Nos ambientes de liberalidade sexual (ou de libertinagem), é comum a proliferação da agressividade, da marginalidade, da criminalidade, das drogas, da malandragem, das doenças sexualmente transmissíveis, etc. Não é raro que marginais sejam impelidos para o sexo no momento agressivo de um assalto. Este fenômeno de ativação indireta de um núcleo hipotalâmico por outro que lhe é vizinho; é  muito bem percebido por ocasião do ato sexual .

No momento do orgasmo a temperatura se eleva, o ritmo cardíaco se acelera, a fome e a sede se acentuam e, algumas vezes, surge a agressividade, como no sadomasoquismo e crimes sexuais, quando os amantes (somente os mentalmente desequilibrados) infligem  sofrimento mútuo para obterem prazer; o que prova o desequilíbrio mental. No mundo atual, em que os sentidos, principalmente o da visão, são bombardeados ininterruptamente por apelos eróticos e sensuais de baixo nível, nos quais a imagem feminina é deturpada e subserviente; não devemos nos surpreender com a escalada de violência, de erotismo precoce em nossas crianças; daí a fixação sexo-neurótico da maioria dos adolescentes, notadamente entre os ignorantes e de baixo nível sócio-cultural.

Basta que se observe o que eles andam praticando, nos noticiários da Mídia. Ficam explicadas, também, as diversas formas de desvios sexuais, de estupros, de depressão e ansiedade sexual e, principalmente, a desvalorização da mulher, que deveria ser vista, admirada e preiteada como a mais bela, mais útil e a mais perfeita criação de Deus. A propósito deste Trabalho, vale repetir aqui um importante estudo americano realizado com a finalidade de verificar as reações fisiológicas humanas, frente aos estímulos visuais; isto é, constatar, cientificamente, o que acontece no cérebro e na nossa mente, quando observamos algo ou pessoas.

James O. Wenttaker, pesquisador e psicólogo-clínico da Pensylvânia State University, cita as experiências de Hess e Polt, em 1960, quando desenvolveram uma técnica para registrar as variações no tamanho da pupila de uma pessoa para medir, quantitativamente, o valor do interesse ou prazer, inerente aos estímulos visuais. Mostraram a determinados sujeitos uma série de fotografias onde se viam um bebê, um homem nu, uma mãe com um bebê, uma mulher nua e uma paisagem. Quando o sujeito da experiência olhava cada fotografia, media-se o tamanho de sua pupila. Os resultados foram os seguintes:

-as pupilas de uma mulher que olhou as fotografias, se dilataram mais com a imagem do bebê;
-as pupilas de um homem que olhou as fotos, cresceram 20% a  mais que o seu normal, quando olhou a imagem da mulher nua! A visão das outras imagens, vistas pelo homem, não alteraram o tamanho da sua pupila.

Qual o motivo que a retina a se dilatar? É o comando do cérebro inconsciente para atender aos desejos da mente consciente, no sentido de ver melhor a imagem focalizada pelos olhos. Assim, o interesse da mente consciente (ou até mesmo da mente inconsciente) é o de gravar bem a imagem vista para  o indivíduo partir para a ação que as suas duas mentes desejam. Essa experiência comprova o interesse ou desinteresse da mente pelo objeto ou pessoa visualizada. A pupila se dilata ou se contrai, obedecendo a comandos das estruturas cerebrais inferiores (portanto, estruturas animalescas) para enxergar e gravar melhor o que está diante dos nossos olhos. Se elas se dilatam é porque há interesse da mente consciente e/ou inconsciente para melhor apreciar a figura que está exposta à visão.

Agora, imaginemos bilhões de pupilas de toda espécie de homens, se dilatando para ver a nudez escancarada de bilhões de mulheres. Para se comprovar as palavras “escancaradas” e “bilhões”, basta se escrever na “janela” de busca do Google (ou qualquer uma das centenas de outros sites), o seguinte: “mulheres se exibindo na cam”; ou “mulheres peladas”; ou “idosas se exibindo”; ou, “mulheres lindas transando com animais”; ou “adolescentes exibicionistas”; ou “velhas peladas”… etc…etc. Não tem limites para o tipo de prostituição e degeneração física e mental, à  disposição de qualquer degenerado e delinqüente de  quaisquer nacionalidade,cor,tamanho,idade, etc.

Qualquer criança vê esse lixo humano no computador e os seus pais não sabem; não querem saber e tem raiva de quem sabe. Em outras palavras, poucos estão ligando ou se preocupando com alguma coisa; é a total anarquia política e sexo-cultural. Voltando às pupilas dilatadas dos homens!  Pensemos no imenso número de degenerados, entesados e condicionados por tantas imagens dessas mulheres exibicionistas! Eles, soltos nas ruas, com suas pupilas dilatadas para verem melhor cada centímetro quadrado das peles das nossas familiares, conhecidas e amigas; muitas destas desfilando, também, seminuas nas ruas, a qualquer hora do dia e da noite! Oremos, e muito, para que elas não encontrem algum desses indivíduos de pupilas muito aumentadas!!!

A opinião, da maior parte dos homens e de algumas mulheres  é de reconhecer a desmoralização da postura da maior parte delas. Alguns a vêem sob prismas diferentes; uns achando muito bom elas se desnudarem para tudo e todos; porque se desvalorizam e fica mais fácil de serem usadas e tratadas como objetos baratos e fáceis. Outros criticam o exibicionismo pornô-erótico feminino sob o aspecto religioso, vendo-as como incentivadoras do mal e do pecado e, alguns outros, vendo com chacota e ridículo a nudez ostensiva delas. A verdade é que a maioria deles não está mais propensa a formar vínculos matrimoniais duradouros; pois têm a sua disposição, permanente, barato e fácil o uso e abuso do corpo da mulher, proporcionando-lhes mais oportunidades de prazeres variados, múltiplos, doentios, animalescos, etc., para o desagrado, cada vez maior dAquele que , outrora, destruiu Sodoma e Gomorra. O mais grave se reflete nas crianças que sentem esse exibicionismo patológico feminino. Elas ficam condicionadas, de forma desviada desde cedo, em vista dos inúmeros e variados modelos anormais dessa sensualidade compulsiva que lhes são impostos pelos meios de comunicação, principalmente pela televisão e pela Internet, símbolos maiores da permissividade comportamental. Em qualquer horário as crianças, os degenerados e os imaturos de qualquer idade, assistem a apologia e o incentivo às aberrações comportamentais e o lixo dos humanos. Criança viciada em televisão, como é costume generalizado no mundo, apresentarão sintomas de desvios sexuais, de caráter e de outros comportamentos patológicos, em etapas posteriores de seu desenvolvimento.

Qual a novela, filme, comercial e muitos outros programas televisivos que não apresente e ensine o erotismo vulgar, sexo compulsivo, agressividade, egoísmo, vaidade, violência, perversões, furto, roubo, crimes violentos, cenas de horror e macabras? Poucos são os apresentadores desses programas que não utilizem o corpo feminino, o sensacionalismo, o grotesco e o horror para atrair público e alcançar “ibope”? Mesmo que seja programa, dito infantil! Eles despem, e elas se deixam despir até em programas rotulados de “sertanejos”! A fim de ganharem audiência e dinheiro, a TV, o cinema, o teatro, revistas, internet e outros comerciantes, promovem a rivalidade e a competição, através do exibicionismo carnal entre as mulheres, numa escalada geométrica e ridicularizantes, com conseqüências nocivas e negativas para o sexo feminino.

O estranho é que toda essa exploração doentia do corpo da mulher é com o seu alegre e disputado desejo. Qual a meninota que não aspira a ser “modelo”? Mesmo que tal objetivo lhe custe (literalmente) os olhos-da-cara (e outros mais!) . Os diversos tipos de concursos de corpos têm os nomes mais variados e exóticos, típicos do vazio interior e nulidade psíquica. Vejamos alguns: “miss” da Cidade, da Capital, do Interior, do Estado, do País, do Mundo, do Universo, do Continente, etc. “Miss” Carnaval, Simpatia, Verão, Inverno, Primavera, Outono, Turismo, Ternurinha, Praia, Mulata, do ano, da Semana, do Mês, etc. “Gata”, “Pantera” e demais bichos. “Garota” Moranguinho, Melancia, Uva e outras frutas, além de outros muitos títulos criados por espertalhões e comerciantes para explorarem carnal e comercialmente milhões de incautas no mundo inteiro. Em todos esses desfiles e eventos há uma enorme incitação e pressões para que elas mostrem os seus trazeiros e dianteiros mais exuberantes e explícitos para uma platéia não muito seleta de bilhões de carnívoros famintos e vorazes qual o lobão daquela famosa historinha que, além da vovozinha, quer devorar também o “chapeuzinho”.

O interessante é certos termos inventados por esses lobos espertalhões para incentivarem o mostruário (sem pudor) das exibicionistas. A palavra “bumbum” foi criada por esses lobões para amenizarem o peso da palavra “bunda”, que é palavra ex-feia, enquanto que “bumbum” é lindo, carinhoso e elogiável para muitas mulheres. Assim, graciosa e carinhosamente arranjaram uma forma de elas mostrarem com humor e sem pudor os seus traseiros para eles e para o mundo. Veja na TV e na Internet; são bilhões de traseiros femininos de toda forma, tamanho, cor, idade e posições esdrúxulas, brigando para aparecerem com muita graça e lucro para os “machões”, moykanos e a qualquer terráqueo de plantão.

Em alguns concursos públicos de beleza externa, as participantes são encorajadas (e pressionadas) a se desnudarem para a dissecação viso-sexo-fetichista dos homens e de estilo mais comestível, ao gosto da tara vampiresca de muitos. Sob o patrocínio e estímulos carnais e comerciais de empresários da televisão, revistas, filmes e outros mil, elas vão mostrando a deus (deus pagão) e ao mundo as suas formas físicas e fisiológicas; explícitas e implícitas, seus jeitos e trejeitos lascivos, em detrimento dos valores mentais e espirituais que deveriam ser os mais exibidos por serem estes os que fazem a distinção entre os bichos  e nós; entre as cavalgaduras e os Humanos. Já imaginaram o que significa a transcendência da vida em troca da efêmera experiência do prazer epidérmico do aqui-e-agora? É claro que pouquíssimo querem pensar nisso e muito menos entender o que isto significa.  Não estamos negando o valor e utilidade do sexo na vida de cada um. Sabemos que a atividade sexual é importante, não só para a reprodução e perpetuação da Espécie, como para o alívio de tensões e descargas psicossomáticas. Todavia, esse valor terapêutico do sexo somente é positivo, salutar e autêntico quando nele se inclui o Amor autêntico e recíproco e o respeito entre duas pessoas normais e maduras.

A exposição erótica do corpo, fora do contexto afetivo entre duas pessoas que se amam, não passa de demonstração de imaturidade e desequilíbrio mental, de obsessão, compulsão e insegurança. Algumas festividades públicas e nos desfiles e bailes carnavalescos, temos muitas oportunidades para analisarmos e avaliarmos a decadência feminina que aqui focalizamos. O Carnaval é época de “catar-se” coletiva de milhões de pessoas que demonstram, publicamente, os seus conflitos, anseios e distúrbios. Tais efeitos são causados pelo uso crescente dos diversos tipos de drogas, principalmente do álcool. O que se vê com o patrocínio da televisão e dos comerciantes de bebidas, etc., é um crescente desfilar de corpos desnudos, em particular os da mulher.

Certos bailes carnavalescos se transformaram em bacanais comparáveis às orgias romanas onde as imagens do exibicionismo físico são mostradas para o mundo todo, inclusive em modo de fitas de vídeo que são divulgadas comercialmente para todos. As imagens mostradas e gravadas demonstram a deterioração mental e moral de muitos que se contorcem  em poses pornô-radiográficas, comprazendo-se em mostrar cada minúcia de seus corpos nus, em êxtases psicopatológicos. Durante os dias de carnaval, tivemos a oportunidade de ver, juntamente com milhões de outros expectadores de todos os tipos mentais e sociais, cenas de mulheres sendo apalpadas por diversos indivíduos ao mesmo tempo e com pleno desejo e consentimento delas. Repórteres a serviço do lucro sexual fácil, aproveitando-se da imaturidade e decadência reinantes, persuadiam àquelas que vacilavam em mostrar, frente às câmeras, os seus órgãos genitais. As Emissoras de TV, competindo entre si, punham repórteres femininas para influenciar e convencer  as mulheres a tirarem as suas roupas e à nudez total. Notava-se que elas se exibiam mais sofregamente e de forma lasciva e gratuita, quando notavam que estavam sendo focalizadas por alguma câmera de TV que as retratava para o mundo e para serem vendidas em filmes, mostrando seus rostos e corpos nus, gravados e estampados para sempre na memória e imaginação de bilhões de indivíduos de todo tipo e qualificação mental. A expressão exibicionista do erotismo grotesco e do sexo desvirtuado que se vê nesses eventos e demais visto nos meios de comunicação, é apenas a extensão do comportamento de muitas mulheres de nossos dias, principalmente as de menor idade que, sob os mais variados pretextos mostram compulsivamente os seus corpos nus ou seminus nas praias, ruas, festas, casamentos, templos ou em qualquer local que se apresentam; como se isso fosse a finalidade maior de suas vidas.

A moda que escraviza e coisifica a mulher, chegará às últimas conseqüências na escalada da sua nudez, faturando sobre o seu comportamento inconsciente. Esse grande número de mulheres que de forma tão convincente abala o respeito feminino são as filhas desses pais “moderninhos” que a tudo permitem. São eles que despem as suas filhas desde a sua infância, projetando nelas as suas fantasias de exibicionismo erotico-maníaco. Acredito que a origem desse comportamento doentio de exibicionismo, encontra-se desde cedo, a partir do nascimento do bebê. Uma das primeiras preocupações dos pais quando nasce um filho é com a cor dos olhos, cabelos, pele rosto, tamanho, etc. toda família, conhecidos e amigos falam do recém-nascido tomando como base a sua beleza física.

Ao crescer, acentuam-se mais as preocupações e cuidados estéticos do que o conteúdo mental, espiritual e psicológico. A não ser que a criança apresente sintomas claros de debilidade mental, o interesse maior continua sendo com a beleza externa do filho. Se for menina e tiver beleza física, esta qualidade genética será apreciada e elogiada por todos. Caso não seja “bonitinha”, como convém ao consumismo erótico-maníaco masculino, sofrerá rejeição proporcional à sua “feiúra” exterior. Até as suas futuras coleguinhas de escola a rejeitarão por isso. Caso seja possuidora da “dádiva” da estética superficial e se não tiver pais cuidadosos, cristãos, conscientes e maduros; com certeza ela irá explorar esses atributos externos, exibindo para todos, com muito orgulho e vaidade o seu corpo; e o culto à sua epiderme será cultuado por todos, principalmente pelos homens mais gulosos, notadamente aqueles já estudados acima que não se cansarão de elogiar a sua beleza, alimentando a vaidade  do seu frágil “Ego” (o Consciente). A partir daí, os interesses comerciais e eróticos do “mundo” se encarregarão de “promovê-la”.

Nós que atendemos, diariamente, na clínica muitas dessas pessoas, ouvimos com grande pesar as suas queixas, depressão e, principalmente, o vazio existencial que se acentua com as primeiras rugas ou até mais cedo, quando uma doença, acidente ou traumatismos emocionais abatem a beleza física que tanto atraiam os “homens”; agora, a rejeitam. As feministas que há muito morreram ou se esconderam, ganharam a batalha contra o “machismo” do passado; mas foram derrotadas pelos “moykanos” e “moykanas” do presente!


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Belo Horizonte, 27 de fevereiro de 1988,
São Paulo, 11 de dezembro de 2010.

Carleial. Bernardino Mendonça.

Psicólogo-Clínico pela Universidade Católica de Minas Gerais;
Estudante de Direito da Faculdade de Direito Estácio de Sá-BHte;
Escritor e Pesquisador nas áreas da Psicobiologia e do Direito.